Meu Padrasto Roludo
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Trabalho em uma empresa que funciona 24 horas, mesmo aos fins-de-semana e feriados. Nestes dias, porém, a empresa funciona em esquema de plantão. Desta forma, apenas dois funcionários trabalham, um no atendimento e outro na produção.
Há alguns meses, uma nova funcionária foi contratada para o atendimento. Ela não é de forma alguma a personificação da beleza, embora não seja feia também. Ela tem cerca de 1,50m, é gordinha (um pouco mais do que cheinha, mas sem ser enorme), tem cabelos pretos e olhos idem. Seu nome é Bianca.
Bianca sempre foi simpática, embora reservada. Tinha um jeito muito recatado e certinho, com roupas sempre sérias. Mas sempre que trabalhávamos juntos percebia que ela ficava a tarde toda no IRC, batendo papo (nossa empresa possui um link direto com a Internet). Nunca esquentei a cabeça, até porquê ela é evangélica e imaginava que estaria em algum canal de religião.
Um belo dia, porém, ela saiu para almoçar e eu precisei ver algo no micro dela (estava refazendo algumas configurações na rede). Quando liguei o monitor, que ela havia desligado, vi que o programa de IRC estava aberto, e que ela estava num canal de sexo! Isso me intrigou e excitou bastante! Dei uma olhada nas mensagens, mas apenas o canal estava aberto. Não havia nenhuma janela de mensagens particulares com outro usuário.
Disposto a me divertir um pouco, anotei o servidor, canal e nick que ela estava usando. Terminei de fazer o que tinha de fazer no micro e deixei-o como estava. Logo que voltou do almoço, ela foi para o micro e recomeçou a digitar. Esperei um pouco e logo depois entrei também no canal em que ela estava, com um nick qualquer.
Ela provavelmente estava falando com muita gente, pois demorou um bom tempo para me responder pela primeira vez. Mas, como fui insistente, acabnei recebendo um oi. Comecei com aquele papo cerca-lourenço de sempre, perguntando como ela era, etc e tal, e ela foi dando corda, se descrevendo sem mentir e perguntando como eu era.
Levei a brincadeira por uns 10 minutos, até que ela pediu minha foto. Disse que era cedo ainda para trocarmos fotos, mas que eu estava gostando bastante de conversar com ela. Neste ponto da conversa, o que era só uma brincadeira da minha parte começou a virar uma boa possibilidade de acabar comendo a menina. Afinal, ela não deveria estar em um canal de sexo só para falar de amenidades…
Parti para o ataque, e comecei a falar coisas mais quentes. Percebi que ela passou a dar mais atenção ao papo comigo, respondendo mais rapido e falando mais. Logo, logo, estavamos praticamente transando pelo IRC. Olhando para a mesa onde ela estava, imaginava o que ela ia fazer quando descobrisse que era eu quem estava falando com ela… Pude perceber facilmente também que ela estava excitada, pois se remexia na cadeira e vira e mexe colocava uma das mãos por baixo da mesa…
Decidi que era hora da cartada final. Perguntei pelo IRC: “Você gosta de sexo oral?”. Ela respondeu que sim, adorava, principalmente um 69… Eu, de sorrisinho no canto da boca, respondi: “Eu adoro minhas fêmeas com a cara e a boca cheia de porra. Você gosta de leitinho?”. Vi ela se remexer na cadeira, sorrir e passar a língua nos lábios, como uma puta tarada. Ela respondeu: “Sim, adoro mamar no pau dos meus machos!”
Pensei: “É agora ou nunca!” Levantei, então, e olhando nos olhos dela, disse: “E que tal um leitinho agora?” A menina olhou para mim com cara de quem não entendeu nada. Olhava para a tela do micro, depois para mim, e de novo para o micro, e foi ficando vermelha e vermelha, percebendo que na verdade falara todo aquele tempo comigo e agora estando sem saber o que fazer. Me aproximei devagar, como coração aos pulos, e comecei a alisar seu cabelo, falando: “Ora, Bianca, ninguém vai saber… Eu sei que você está cheia de tesão, e eu também estou. Afinal, estamos os dois aqui sozinhos, sem ninguém por perto…” Enquanto falava, ia deixando minha mão percorrer o rosto dela, seus cabelos, sua orelha… Me encostei na cadeira, deixando meu pau já quase arrebentando a calça encostar em seu ombro. Bianca estava visivelmente excitada, mas ainda não havia decidido o que fazer. Foi aí que resolvi arriscar de vez… Abri o zíper da calça e coloquei meu pau para fora. Mudando de posição, fiquei ao lado da cadeira dela, e deixei o pau bem na altura daquela boquinha de puta. Bianca, que até aquele momento ainda olhava para a frente, finalmente começou a se virar. Olhou para mim, e devagar, sem tirar os olhos dos meus, colocou a língua para fora e engoliu meu pau todo de uma vez!
Aquela língua macia, aqueles olhos que não deixavam os meus, toda aquela situação me havia deixado em ponto de bala. Segurei os cabelos da gordinha e comecei a fuder sua boca, enquanto ela tentava ao máximo respirar sem ter que soltar meu pau. Comecei a chamá-la de vaca, vagabunda, puta, todos os nomes que pude lembrar, enquanto metia naquela boca de piranha com vontade.
Alguns minutos se passaram e eu senti que não podia mais aguentar. Disse então: “Se prepara, piranhinha, que seu leitinho vem aí!”. Comecei então a esporrar em sua boca, e ela a segurar minha porra de forma ávida em sua boca gulosa. Espasmo após espasmo, fui enchendo aquelas bochechas cheinhas com meu suco, até que finalmente terminei e me segurei na mesa para não cair. Ela, então, começou a deixar a porra escorrer pelos lábios, e com a mão melou todo o seu rosto, me provocando com o olhar.
Aquela visão foi demais prá mim, e logo logo estava de novo com o pau duro. Já que ela parecia estar gostando, resolvi que ia continuar a tratá-la como uma vagabunda. Sem falar nada, tirei meu cinto e o prendi em volta do pescoço dela, que me olhava curiosa. Depois, tirei também o cinto dela e o prendi ao meu, fazendo uma espécie de coleira. Falei então: “Fique de quatro, cadela!”. Bianca obedeceu, e ficou de quatro, mas antes tirou toda a roupa. Seus seios eram enormes, e embora não fossem de todo firmes não eram caídos como imaginei pela sua gordura. Sua bunda era muito grande também, mas sua buceta era totalmente raspada e muito convidativa. Mandei que ela latisse, e ela obedeceu, me deixando ainda mais louco. A menina realmente era tarada, e sabia como ninguem ser uma puta completa.
Me ajoelhei por trás dela e apontei meu pau na bucetinha inchada. Ela olhou para trás e fez cara de quem estava doida, muito além de Marrakesh. Com toda aquela lubrificação que jorrava da racha da gordinha, meti a vara de uma vez só sem qualquer dificuldade. A menina deu um grito de prazer ao sentir minha pica alargando sua buceta, e começou a rebolar como uma louca. Eu, com a “coleira” na mão, puxava a cabeça dela em minha direção e comecei a bater na bunda branca e gorda, deixando ela toda vermelha. Bianca gritava e pedia mais, dizendo coisas como “bate na sua cadela, mete a vara na minha rachinha, me rasga, me machuca!”. Eu fui ficando cada vez mais excitado, e quando Bianca deu um grito louco e gozou abundantemente meu pau explodiu dentro dela, melando o útero da cadela gordinha com minha porra.
Depois deste round, me deitei no carpete da sala para descansar. Bianca, porém, parecia incansável. Veio de quatro até mim e continuou a representar seu papel de cadelinha. Lambeu meus pés, depois minhas pernas e por fim começou a lamber de novo meu cacete, que estava cheio de porra e do suco de sua vagina. Ela lambia e gemia, e começou a se masturbar com uma das mãos. Com este estímulo, mesmo depois de duas gozadas quase seguidas meu pau começou a responder. Só que desta vez eu tinha uma idéia certa do que queria fazer…
Deixei que a putinha me chupasse por alguns minutos, e comecei a masturbá-la com a primeira coisa que encontrei: O miolo de um rolo de papel de fax. Ela já gritava com meu estímulo, e logo gozou de novo, quase arrancando meu pau com a excitação. Finalmente ela se deitou um pouco, de bruços, para descansar.
Me levantei e fui até a sala onde se conserta os computadores da empresa. Voltei de lá de pau ainda duro, com uma lata de vaselina na mão. Com Bianca ainda de bruços, encharquei minha pica com a vaselina e me ajoelhei entre suas pernas. Afastei suas ancas e coloquei meu pau na portinha do cú da cadela. Só então ela percebeu o que eu queria, e começou a tentar se levantar, falando que não queria, que ela nunca tinha feito aquilo, que ia doer, etc. Eu forcei seus ombros para baixo, a obrigando a permanecer deitada. Coloquei meu dedo cheio de vaselina no cuzinho virgem, depois um segundo e um terceiro. Bianca começou a pedir baixinho para que eu parasse, e por fim começou a chorar. Eu ignorei as lágrimas (que na verdade só me excitavam mais) e tirei meus dedos, empurrando o pau com força. Bianca deu um grito de dor lancinante, e suas lágrimas ficaram mais abundantes. Comecei a fuder aquele cú dizendo a ela que cadelinhas tinham que tomar no cú, que era por ali que os cães transavam, e coisas assim. Também peguei novamente o rolo de fax e comecei a enfiar em sua buceta, masturbando-a. Com o tempo, a dor foi indo embora e logo Bianca começava a rebolar e pedir mais. Eu comecei novamente a xingá-la de todos os nomes que me lembrava e a meter com força, até que ela começou a gozar e apertou seus músculos do ânus em meu pau. Aquela pressão foi o que faltava para que eu gozasse loucamente, melando o terceiro orifício daquela puta gordinha…
Depois disso, me deitei e mandei que ela limpasse meu pau, o que ela obedeceu prontamente. Disse a ela para ir se lavar, e me vesti. Ao sair do banheiro, ela parecia novamente aquela menina recatada de mais cedo. Só eu conhecia seu segredo…
A partir daquele dia, sempre que podia fazia Bianca me pagar um boquete ou pelo menos uma punheta. Muitas vezes ela me chupou no banheiro e engoliu minha porra toda, para não dar bandeira. E nos finais-de-semana, sempre tinha minha cadelinha para me divertir nos plantões…
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Oi gente, meu nome é Clara, tenho 23 anos. Nas férias de julho de 2016, eu fui para a casa dos meus avós no interior de Minas Gerais. Meu primo, Danilo, que tem 18 anos, já estava lá. Depois de passar alguns dias com nossos avós, ele iria voltar pra casa e eu ficaria lá. No dia que cheguei, minha tia ligou dizendo para Danilo ficar lá e me fazer companhia até que as férias acabassem.
No dia seguinte, durante a tarde, já estava entediada de tanto assistir tv e fui no quarto do Danilo. Quando entrei, tomei um susto: ele estava dormindo com um short muito curto, deixando seu pau para fora. SEU PAU ERA GIGANTE… mole já era maior do que o pau do meu ex duro. E olha que ainda era inverno. Fiquei um pouco nervosa e sai. Durante o resto do dia não consegui parar de pensar no pau do meu primo. Mas isso era errado… afinal de contas ele é meu primo! Eu não podia simplesmente dar em cima dele.
No dia seguinte eu acordei pensando nele. Já não estava mais conseguindo me segurar. Meu desejo de sentir aquele pau dentro de mim era muito grande, mas ao mesmo tempo não tinha coragem de transar com meu primo.
Mais tarde sai do banho e esqueci a porta do meu quarto aberta. Comecei a acariciar minha buceta… meus gemidos, ainda tímidos, atraíram meu primo. Fiquei de costas para a porta, fingindo que não sabia que ele estava lá. Eu estava deitada na cama nua, me masturbando, pensando no pau dele, mas ele não veio… Deve ter ficado nervoso o coitado. Mas eu não desistiria. Já de noite, vesti rápido meu pijama, sem calcinha nem sutiã. Ele estava assistindo televisão. Me sentei ao seu lado. Primeiro, levantei minha calça para realçar as curvas da minha bunda. Fui até a frente da tv, empinei minha bunda na altura de seu rosto e disse “você não acha esse programa chato?”
Ele riu e disse “Não”. Comecei a mover minha bunda de um lado para o outro, e, olhando por cima do meu ombro, percebi que ele não tirava os olhos da minha bunda. Voltei e me sentei de novo. Depois de alguns minutos, resolvi abaixar um pouco minha calça, deixando um pouco da minha bunda de fora. Me levantei e fui de novo em direção à tv, fiquei alguns instantes parada. Ele não reclamava por eu estar na frente da tv… Eu ri por dentro, ele estava caindo direitinho. Me deitei ao seu lado e virei minha bunda em sua direção. Ele me olhava disfarçadamente. Aos poucos, comecei a acariciar minha bunda. Me levantei e bocejei forçadamente: “Primo, fica comigo um pouco, está frio… você poderia ler o livro que eu estou lendo pra mim.” E disse que sim e, ao se levantar, reparei o mastro dentro de sua calça… ele estava duro e eu estava louca pra experimentar o gosto daquele caralho de cavalo do meu primo.
Quando chegamos no meu quarto, ele se deitou na beirada da minha cama e começou a ler para mim. Eu só pensava naquela pica grossa e dura… Depois de um tempo fingi que estava dormindo. Ia esperar meu primo agir… e ele agiu. Se deitou atrás de mim e começou a passar a mão delicadamente na minha barriga. Aos poucos subiu para os meus seios, apertou meus mamilos… eu tinha que me segurar, não podia deixar ele saber que estava acordada. Ele começou a esfregar seu pau na minha bunda e desceu sua mão para minha bucetinha. Ele acariciava minha buceta e esmagava minha bunda com seu pau. Aos poucos ele tirou minha calça e me virou. Começou a lamber minha bucetinha e a apertar meus seios. Eu não podia gemer alto, já estava ofegante. Depois ele me virou novamente, deixando minha bunda pra cima. Ele abriu minhas nádegas e começou a lamber meu cuzinho. Aiiiiiiiii… eu não podia gritar. Enquanto ele lambia meu cu, sua mão massageava minha bucetinha. Não consegui mais aguentar. Comecei a tremer e gozei. Não sei como não gritei. Àquela altura já estava apagando.
No dia seguinte, acordei muito bem humorada. Na mesa do café meus avós disseram que iam passar o dia na cidade e nós dois iríamos ficar sozinhos o dia inteiro. Ao escutar isso não disfarcei nem um pouco e olhei nos olhos de Danilo e mordi meus lábios.
Assim que meus avós saíram, fui no quarto de Danilo: “Eu sei o que você fez ontem”. Ele ficou paralisado. Me aproximei dele e agarrei o pau dele. “Ontem você colocou sua língua na minha bucetinha, hoje eu quero seu pau”. Abaixei a calça dele e comecei a chupar aquele pau gostoso. Eu estava sentindo ele ficar duro na minha boca. Ele se levantou me agarrou pelo pescoço e sussurrou no meu ouvido “Eu estava tentando me segurar, mas se é isso que você quer…” e tirou minha calça e me deu um tapa na bunda. Com aquele caralho quase duro, ele me colocou de joelhos, e com uma mão puxando meu cabelo e com a outra empurrando minha cabeça, começou a meter forte na minha boca. Eu tentava freia-lo, mas ele era mais forte do que eu. Ele metia bem fundo na minha garganta, me fazendo engasgar muito. Meus olhos se encheram de lágrimas, foi quando ele começou a meter mais forte. Eu não conseguia respirar. O pau dele ficava cada vez mais duro e penetrava cada vez mais fundo na minha garganta. Ele deitou na cama e me puxou, me colocando em 69. Enquanto ele chupava minha buceta, ele segurava minha cabeça e penetrava seu mastro na minha garganta como se fosse uma buceta. Depois, ele me deitou por baixo dele e, levantando minhas pernas na altura da minha cabeça, começou a pressionar a cabeça do seu pau gigantesco na minha buceta. Era muito grande e estava me machucando um pouco. Quando a cabeça entrou eu gritei muito alto. Eu mordi sua boca e disse ” Mete em mim seu cavalo! Acaba com minha bucetinha!”. Seu pau não parava de entrar em mim. Parecia que ele não acabava. Estava ficando difícil de respirar. Eu tremia muito. A cada estocada daquele pau, eu sentia a parede do meu útero sendo agredida. Ele metia sem dó. E eu gritava sem parar. Não era só o pau dele que era gigante, eu era pequena e apertadinha. Ele começou a me enforcar. Aaaahh…Aaaaaaaahh…Aaaaaaaaahh. Eu gozei muito, nunca havia tido um orgasmo tão grande. Ele me virou e me colocou de quatro e, segurando na minha cintura, continuou me agredindo com aquele mastro. Me deu um tapa muito forte na bunda. “Bate mais forte na minha bunda”. Isso parecia provocar ele. Ele começou a bater muito forte, deixando minha bunda vermelha. Depois, abriu minha bunda e pressionou um dedo no meu cu. “Aí não”. Ele riu, se levantou e, me puxando pelo cabelo, enfiou aquele mastro na minha boca, de novo. Ele gostava de me fazer engasgar com seu pau na minha garganta, ele até começou a segurar minha cabeça quando seu pau estava me sufocando. Por mais que eu engolisse seu pau, eu não chegava nem na metade dele… Quando seu pau estava na minha garganta, ele gemeu muito alto. Danilo tinha o pau de um cavalo, e gozou como tal. Ele gozou litros dentro da minha boca. O que eu não consegui engolir, escorreu pelos cantos da minha boca, caindo nos meus peitos.
Eu estava acabada, minha bucetinha nunca mais seria a mesma depois de ter sido violentada por um cavalo. Danilo se aproximou e sussurrou no meu ouvido “Tome um banho Clarinha, até o final das férias eu vou foder sua bucetinha todos os dias…”. Ainda faltavam duas semanas para o fim das férias…
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Moro em uma casa de 460 metros quadrados (em Pelotas, como aqueles que já leram meus contos já sabem).
Uma vez por semana vai uma faxineira para auxiliar a doméstica na limpeza “mais grossa”; Patrícia, a faxineira, deve ter uns 30 anos; É baixinha, um pouco feia de rosto mas conta com um corpo gostoso. Ela tem seios grandes, cintura moldada e a bunda também avantajada.
Numa das primeiras vezes em que ela começou a frequentar minha casa para fazer o serviço de faxina (isso há mais ou menos meio ano), não sabendo que ela já estava em minha casa, eu desci apenas de cueca para passar uma camisa e me topei com ela na área de serviços. Fiquei assustado e com vergonha (ela também) e pedi desculpas. Logo subi, me vesti e sem mesmo fazer o dejejum, fui trabalhar.
Nossa convivência semanal se tornou rotina normal; Bom dia e bom final de tarde e não passava disso. Minha mulher é quem faz o pagamento dela e eu não me envolvo.
Ocorre que minha esposa está participando de um congresso de medicina no Rio desde segunda e hoje – 25/11/2015 -, resolvi ficar até mais tarde na cama, levantando-me as 9h. Bom, como de praxe, tomei banho, me vesti, desci para o café e me deparei com a mesa NÃO POSTA para o dejejum. Estranhei! Nisso Patrícia vinha da área de serviços em direção à cozinha com balde, vassoura e panos para iniciar a limpeza, como sempre fazia, e eu a interroguei:
– Bom dia Patrícia; e a Vera (nossa empregada doméstica) não veio?
Responde ela: – Não, Dona Gabriela (minha esposa) já havia me dito na semana passada que ela não viria hoje e então eu já tinha pego a chave reserva. O senhor quer que eu prepare o café?
Patrícia estava vestida para o trabalho e logo reparei na roupa que vestia. Uma calça legg cinza e uma blusa dessas comuns, mas que era bem colada e marcava bem aqueles peitos grandes. Na boa, na hora e num estalo rápido eu juntei todas aquelas informações e fantasiei um sexo com a faxineira… Mas logo disse à Patrícia que aceitaria que ela me servisse um suco mamão e duas torradas apenas.
Enquanto ela preparava o dejejum, de costas para o balcão de refeições onde eu aguardava sentado em um dos bancos de apoio, eu analisava aquela bela bunda e conversava com Patrícia.
– E aí Patrícia, muito trabalho? deve ser puxado trabalhar um dia em cada casa, não?
– É Seu Guilherme (sempre me chamou assim, embora tenhamos quase a mesma idade), a gente precisa “se virar”; mas eu gosto do que faço e faço com prazer…
Enquanto isso ela já me servia o suco e o mamão; no instante em que ela se aproximou do balcão para trazer os alimentos eu corri meus olhos na sua boceta que vinha “esmagada” naquela calça legg e subindo firmei o olhar nos peitos fartos que mal balançavam, pois, apertados naquela blusa.
Patrícia percebeu que eu havia feito aquilo e nada falou… Aí entrei no assunto do primeiro dia em que nos topamos na área de serviços e disse:
– Bah Patrícia, agora lembrei da primeira vez que me deparei contigo aqui em casa; que vergonha; eu só de cuecas e quase esbarrei em ti..
– Aii, que vergonha mesmo Seu Guilherme; eu não sabia onde me esconder aquele dia…
Instintivamente eu passei a mão sobre meu pau (ela estava preparando as torradas de novo de costas pra onde eu estava sentado) e disparei:
– Eu estou analisando aqui e tu é muito gostosa; desculpa te dizer isso, mas tu abre qualquer apetite sexual.
Ela se virou espantada, vermelha dos pés a cabeça de vergonha dizendo: “- Seu Guilherme, que isso? Se a Dona Gabriela sonha com isso ela me mata! Eu respeito muito ela… Imagina se ela escuta o senhor falando isso?!
– Tu sabe que ela está longe Patrícia. Ela só saberia se tu contasse algo…
Nisso eu me levantei silenciosamente e fui em direção a ela no que ouvi:
– Nunca contaria nada. Não falaria dessas coisas com ela jammm…aisssss….
Nesse instante eu a agarrei por trás encostando meu pau que estava duro demais em sua bunda e não deixei ela terminar a fala… Disse eu: ” Não falaria nada mesmo? Ao mesmo tempo que por baixo dos braços dela apertei os dois seios por cima da blusa.
– Ahhhhhh, aiiiiiiii Seu Guilherme… que isso? Falou Patrícia em tons de gemidos e se esquivando de mim.
Ela saiu dali e ficou me olhando trêmula. Não perdi tempo e desapresilhei meu cinto e tirei minha calça…
– Vem, vamos pra o meu quarto; eu sei que tu quer me dar… Vamos aproveitar que estamos só nós dois em casa… vem curtir a minha cama macia e com cheiro do meu perfume…
Ela deu alguns passos como a fugir de mim e eu mais que rápido peguei ela do braço e fui conduzindo em direção à escada que dá acesso aos quartos na parte superior… na escada mesmo eu a agarrei com força e beijei aquela boca; embora com o rosto não muito belo, tinha um beijo que exalava tesão de puta insaciável.
A peguei por trás de novo e fomos subindo. Quando chegamos no meu quarto, atirei ela sobre a cama (uma king box) e agarrei dos seus cabelos e disse:
– Chupa o meu pau Patrícia. Chupa e te delicia com meu caralho que há três dias não fode…
Ela ainda resistindo um pouco entumeceu os peitos que apontaram os bicos na blusa e eu vi ali naquele instante que ela queria foder tanto quanto eu já a desejava…
Patrícia puxou minha cueca com as duas mãos e foi logo abocanhando meu pau com uma voracidade inigualável… ela chupava até o fim, babava de escorrer, gemia, se engasgava (já falei em outro conto que meu pau mede 18cm e eu depilo bem lisinho meu caso).
Patrícia se soltou, enquanto me chupava já foi tirando calça e calcinha tudo junto e eu, então, de pé, com aquela boca me engolindo, apalpei suas nádegas e abri com força. No meu quarto tem um espelho grande que refletia aquela boceta e aquele cu aberto por minhas mãos… Quase gozei com o cheiro daquela “égua” que me sugava como uma puta com fome de sexo.
Ela estava ofegante, parou de me chupar e ao mesmo tempo que levantou-se, foi despindo a blusa… a vadia estava sem soutie… Aqueles peitões eram realmente lindos, bem empinados; aproveitei e enquanto ela punhetava meu caralho, fui chupando aqueles seios e os apertando em meu rosto..
– Ai Seu Guilherme, que tesão… chupa meus peitos… que pau tesudo e duro…
Virei Patrícia de costas, a apertei contra meu corpo novamente e disse:
– Vem, vamos tomar uma ducha;; hoje quem vai fazer faxina geral sou eu… Vou te ensaboar todinha e te comer bem gostoso… Vem, vamos deslizar nossos corpos com bastante essência (sabonete líquido)…
Abri a ducha, ela de imediato foi se molhando puxei-a pela cintura e pedi pra ela empinar… Botei uma camisinha e punhetei meu pau e o preparei para comer aquela bunda gostosa…
– Ensaboa esse corpo putinha… Curte meu caralho que vai encher essa cara de vadia de porra…
– Que Tesão, me come vai, me fode o cuzinho. Mete que ele é todo teu e tá bem molhadinho… Falava isso e com uma mão batia uma siririca adoidada.
Posicionei meu pau na entrada daquele cuzinho e a pedido da Patrícia fui forçando lentamente… muito sabonete fez com que meu pau deslizasse de uma só vez pra dentro daquele rabo.
– Aaaaiiiiiiiiiiiii (gritou Patrícia), doeeeeuuuuuuuu (apertando as nádegas quase a cortar meu pau ao meio) Fica assim, não mexe, deixa eu relaxar Seu Guilherme.
Dei um tapa forte na bunda de Patrícia e puxei vorazmente seu cabelo e disse baixinho no ouvido dela que não me chamasse mais de “Seu”; que me chamasse de “MEU MACHO”… Patrícia, então, teve alguns espasmos enquanto não parava de siriricar aquela xota carnuda e eu senti que ela foi relaxando o cuzinho; prontamente comecei a tirar o pau até a cabeça, meter até as bolas e quando me dei conta estávamos numa foda animal, eu metia forte e minhas bolas batiam na mão dela que pela frente siriricava a própria boceta… Senti que Patrícia gozava enquanto gemia.
– Me fode meu macho, come minha bunda que eu to gozando… Vai, mete gostoso… (ela Falava alto, perdendo o controle e a noção que por ali haviam vizinhos rsrsrsrs), come a tua empregadinha safada…. Mete no meu rabo que vou gozar de novvvvvvvvv…. aaaahhhhhh,,,, ahhhmmmmmmm… to gozando, to gozando, vai vai, mete esse pau em mim, to gozandooooooo….. meu machooooooo me comeeeeee vai, meteeee.
Aquilo me deixava cada vez mais louco… Tirei o pau de uma só vez daquele cuzinho já alargado e ficamos de frente um para o outro… Dei mais um beijo de lingua nela, fechei a ducha e puxei a toalha secando Patrícia e meu corpo… Não desgrudamos do beijo e fomos saindo do box do banheiro e caminhando em direção ao quarto…
Botei Patrícia de quatro no chão do quarto e em frente ao grande espelho e pedi pra ela empinar bem a bunda…
– Agora vou comer a tua bocetinha sua puta safada… Empina esse rabão pra mim… (dei um tapa tão forte na bunda dela que quase se aninhou no chão fazendo uma cara de choro). Empina que vou meter nessa bocetinha carnuda sua puta…
Em pé e diante daquele rabo todo empinado fui penetrando a boceta de Patrícia que fervia, estava quente demais; nunca tinha visto uma boceta carnudona como aquela… comecei então um vai e vem naquele buraco vulcânico até quase gozar…
Levantei dali e pedi para Patrícia cavalgar no meu pau… Deitado na minha cama, pedi pra ela vir de costas… ela abriu aquele baita rabo e foi sentando devagar no meu pau até fazer tudo sumir… Ela galopava no meu pau freneticamente enquanto eu batia forte naquelas nádegas que mais pareciam leões famintos engolindo meu pau da cabeça até as bolas… Patrícia ficou cavalgando ali por uns 10 minutos… Suas pernas tremiam. Ela gemia muito e eu podia ver através do espelho a cara de satisfação daquela vadia…
Quando senti que ia gozar, puxei Patrícia e a pus sentada numa trocadeira que fica ao pé da nossa cama e eu de pé sobre a cama, me abaixando um pouco, coloquei meu pau entre aqueles peitos grandes fazendo uma espanhola… Fodia aqueles peitos e Patrícia dizia:
– Vai Meu Macho, fode meus peitos (entre uma fala e outra ela abocanhava a cabeça do meu pau quando ele saltava na direção de sua boca e entre aqueles melões deliciosos.) Fode a tua puta… me da leite na boquinha…
Pronto, não resisti muito tempo e pedi pra ela abrir a boquinha.
– Abre bem essa boca sua puta… abre que vou gozzzaaaaaarrrrr…. aaaaaaahhhhhh,,, aaaahhhhh… ahhhh.. aahhhh… Chupa sua puta, bebe essa porra todinha… aaahhhh…. aaahhhhhhhhhaaaaaahhh….
Patrícia se deliciava com meu leite que escorria em seus lábios, no olho, e descia em cataratas por seus peitos… Ela juntava cada gota com os dedos e botava na boca e fazia questão de me mostrar que engoliria.
– Deliciosa essa porra Meu Macho… olha… vou engolir todinha…. Safadão (disse ela me apertando a bunda e para finalizar abocanhando meu pau já amolecendo e até as bolas, instante em que estremeci pelo estress físico e me joguei na cama.
– Vai tomar banho e volta ao trabalho sua puta… Já te dei o que tu queria… e eu já saciei a minha vontade de gozar nessa tua cara de vadia… Minha puta de hoje para sempre e quando eu quiser (eu disse a ela que com cara de safada me disse: “Com certeza, sempre”…
Hoje meu dia começou assim… Que maravilha… bom, vou pra casa, pois minha querida esposa chega amanhã e eu preciso me recompor numa bela noite de sono.
Abraço a todos.
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