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Escrava Marina: Aos seus pés


Escrava Marina: Aos seus pés

Eu me chamo Marina, sou baixinha, corpo mignon, peitos médios e empinadinhos, o mesmo com a bunda, meu mamilos são super-longos e grossos e chamam muita atenção. Eu tenho os cabelos castanhos, a pele branca, mas não muito branca pois eu estou sempre bronzeada, o que não dá para notar pois eu não tenho nenhuma marca de biquíni. Eu também não tenho nenhum pelo abaixo do pescoço, todos removidos com laser, da axila até a minha boceta por ordem do meu dono. Isso meu dono, eu sou escrava sexual do Sr. Matheus.

Sr. Matheus, não é meu namorado, ele é meu Dono. Não existe nenhum romance no nosso relacionamento, inclusive ele é casado com a Sra. Carol e eu tenho que servir aos dois. Ele me trata como um objeto, um brinquedo sexual, exatamente como eu queria pois meu desejo sempre foi poder me entregar completamente, ser controlada.

Eu acordo e estou completamente nua pois eu tenho que dormir assim, na verdade eu tenho que ficar totalmente nua sempre que eu estiver em casa, casa do meu Dono ou em qualquer lugar em que isso seja possível, roupas tem que ser um privilégio para uma escrava. A única coisa no meu corpo é o colar de de metal no meu pescoço, é um cilindro completamente liso e sem nenhuma forma de abri-lo pois depois de fechado não dá para ver a conexão das partes, a única maneira de remove-lo é um uma chave sextavada. Meu Dono considerou fecha-lo permanentemente com cola, mas ele preferiu deixar assim para caso eu tenha que abri-lo em uma emergência, mas eu o trato como se fosse selado para sempre pois se eu remove-lo deixo de ser escrava do Sr. Matheus.

A primeira coisa que eu tenho que fazer todos os dias é me masturbar. Deitada na cama eu lembro do que o meu Dono havia falado no dia anterior, de costurar a minha boceta fechada, colocar enormes implantes de silicone no meus seios, fazer depilação definitiva na minha cabeça e me obrigar a usar uma peruca loira e me transformar em uma boneca Barbie. Isso me deixou extremamente assustada e excitada e eu me masturbava pensando na minha transformação, eu vou até quase chegar no orgasmo e paro. Meu Dono me obrigada a me masturbar 3 vezes por dia, mas eu nunca posso gozar pois todos os meus orgasmos pertencem a ele. Eu tiro a mão do meu grelo e dou alguns tapas na minha boceta e vou me vestir para ir para a academia. Coloco uma bermuda de lycra branca por cima da minha boceta melada pelo meu tesão, em cima um top do mesmo tecido.

Os lábios da minha boceta depilada e meus longos mamilos ficam claramente visíveis, mesmo depois de mais de uma no indo fazer academia todos os dias vestida assim ou de maneira similar eu ainda sinto vergonha, mas isso não tem a menor importância pois o meu Dono gosta de me expor e escravas não tem direito à nenhum pudor. Durante o treino o suor vai deixando a minha roupa ainda mais transparente, eu vejo todos reparando no meu corpo, isso vai me deixando cada vez mais excitada. Depois de treinar eu tomo banho no vestiário, mas não posso sair do chuveiro enrolada na toalha, me seco no box, enrolo a toalha no cabelo e vou pegar as minhas roupas no armário, tenho que ficar inteiramente nua na frente das outras mulheres, inclusive não posso nem cruzar as pernas, escravas tem sempre que manter a boceta exposta, por isso tenho que deixar os joelhos sempre um palmo afastados. Coloco só um vestido de alcinha solto e curto que deixa ver quase que todo os meus seios, todas as outras garotas veem que eu não coloco calcinha, mesmo vestindo uma roupa tão curta, devem todas achar que eu sou uma puta, elas nem imaginam que eu sou algo bem mais depravado.

Depois da academia eu paro comer em um café. Sento em uma mesa no balcão na frente da grande janela do lugar. Sinto a madeira do banco tocando a minha boceta, o meu vestido levante e, como eu já disse, tenho que manter os joelhos afastados, qualquer um passando na rua pode ver a minha boceta. Mesmo com a vergonha eu fico assim, faço o meu pedido e pego o celular para mandar uma mensagem e peço o meu café da manhã. Espero 20 minutos, toda exposta, até que vejo o meu dono passando pela rua e entrando no café. O lugar ficava ao lado do trabalho dele e ele havia escolhido especialmente por causa da mesa na vitrine. Ele entra no lugar e me manda ir com ele para uma das mesa no fundo do lugar. Ele pede um café para si e depois que a garçonete sai ele manda eu me masturbar, ali mesmo no restaurante e não parar até estar próxima de gozar. Eu faço o que ele manda, morrendo de vergonha, principalmente quando a garçonete chega com o café e me vê com a mão na boceta, logo depois disso eu sinto o orgasmo chegando e paro. O meu Dono me manda lamber o dedo enquanto ele diz para eu ir na casa dele essa noite. Ele paga a conta e nós saímos, ele para o trabalho, eu para a minha casa.

Durante o resto do dia eu trabalho, eu sou redatora e trabalho de casa, por isso posso ficar nua o dia inteiro. Trabalho o dia inteiro, só faço uma breve parada para comer algo. No final do dia eu recebo uma mensagem do meu Dono mandando eu já colocar o meu plug anal, me masturbar pela terceira vez e me preparar para ir. Eu um outro banho, faço um enema, algo muito importante, lubrifico o meu cuzinho, coloco o plug e deito para me masturbar pela terceira vez, e em poucos minutos eu já estou pronta para gozar e por isso paro. Me maquio com cuidado, coloco uma cinta-liga, meias 7/8 pretas, um par de sapatos de salto agulha e um casaco, só isso, mais nada além do meu colar de escrava que eu nunca tiro.

Vestida somente com um casaco eu pego um Uber para ir até a casa do Sr. Matheus. O motorista abre a porta do carro para mim e acaba vendo a minha boceta quando eu entro no carro, depois no caminho eu tenho que sentar com os joelhos afastados e o casaco, que só tem um botão no meio, abre em cima e em baixo, mostrando claramente que eu não estou vestindo nada por baixo dele. Como escrava eu tenho que ficar assim, e deixar que o motorista fique olhando o meu corpo através do retrovisor, que ele até ajusta para ter uma melhor visão.

Chego na casa do meu Dono. É uma bela casa antiga, que ele herdou da família. Entro pelo portão lateral, eu tenho a chave, e vou até a garagem, que fica em uma prédio separado nos fundos. Eu tiro o casaco e penduro ele no quartinho anexo à garagem e caminho pelo jardim de trás nua, só de cinta e meias, até a entrada da cozinha e subo até o escritório do Sr. Matheus. Eu entro no cômodo e me coloco na posição de escrava, as pernas afastas, os peitos empinados e as mãos nas costas. Ele continua trabalhando como se eu não estivesse ali até ele terminar o que estava fazendo, depois disso ele abre um dos armários e tira algumas cordas de cânhamo e sem dizer nada começa a me amarrar. Ele faz um shibari prendendo os meus braços e os meus peitos, depois me manda ficar de cócoras, depois abre a braguilha e coloca o pau para fora, eu imediatamente coloco na boca e o chupo tentando me equilibrar nessa posição sem usar as mãos. Ele goza e eu bebo tudo.

Sra. Carol entra no escritório. Ela é linda, loira e peituda, o corpo que eu adoraria ter e estava usando um body de couro extremamente cavado e decotado e botas acima do joelho e com salto agulha. Ela me manda deitar no chão e abrir as pernas, eu acabo é caindo de bunda no chão, mas depois deito e abro as pernas como ele mandou, ela aproveita a minha posição e pisa na minha boceta com a ponta do pé, com força, esmagando o meu grelo exposto.

-- Para que serve essa boceta? Me responda escrava?

-- Para ser usada, senhora.

-- Usada para que?

-- Para dar prazer para o Sr. Matheus e para quem mais ele quiser.

Sra. Carol aperta com mais força o meu grelo, eu sinto a sola do sapato dela na parte mais sensível do meu corpo e diz: -- Escrava insolente, porque você acha que o meu marido vai querer ter prazer com essa boceta de puta? Me diga como a gente poderia usar essa boceta? Ou ela não passa de uma parte inútil do seu corpo?

-- Desculpa senhora, você tem razão, essa boceta não merece a pica do meu dono, ela tem que ser usada como capacho, para os meus donos limparem os pés.

Minha Dona sorri com a minha resposta, mas coloca todo o peso na ponta do é e gira ele, como se estivesse esmagando uma bituca de cigarro e diz: -- Seja mais criativa escrava.

-- Vocês podem usar a minha boceta como apoio para velas, enfiando a vela nela e deixando a cera escorrer em mim.

Sra. Carol tira o pé do meu grelo, mas gira o sapato e enfia o salto dentro da minha boceta e diz: -- O que mais escrava?

-- Vocês podem usa-la como cinzeiro, jogando as cinzas dentro dela e até apagando a bituca no meu grelo inútil -- Essa humilhação estava me deixando extremamente excitada, mesmo com o salto dela arranhando a minha boceta eu sentia que estava pronta para gozar, eu continuo falando -- Vocês poderiam colocar um objeto dentro de uma embalagem de kinder ovo e depois enfiar na minha boceta para eu guardar. Vocês podem usar a minha boceta como apoio de copos, tanto gelados quanto quentes, mesmo que isso vá deixar a minha pele toda queimada. Vocês podem me prostituir, alugar a minha boceta para as pessoas usarem.

Quando eu falo o último item Sra. Carol tirar o salto da minha boceta e volta a pisar no meu grelo: -- Aposto que você adoraria isso, não é putinha?

-- Sim senhora -- eu respondo.

-- É realmente uma puta depravada. Mas eu nunca alugaria a sua boceta para as pessoas, seria vender um produto defeituoso, se alguém dias nós formos te prostituir vai ser só o seu cu e a sua boca, que são as partes do seu corpo que realmente devem ser usadas.

-- Desculpe senhora, por achar que a minha boceta tem algum valor. Na verdade ela só serviria para esfregar os seus sapatos e dar brilho para eles.

-- Gostei dessa sugestão, pode fazer isso agora.

Ela tira o pé da minha boceta e me ajuda a levantar e me coloca sentada em um divã, depois coloca o pé entre o divã e a minha boceta. Eu imediatamente começo a me esfregar na bota dela, rebolando como uma cadela no cio. Eu digo:

-- Essa escrava inútil pode gozar nos pés da dona?

-- Faz quantos dias que você não goza escrava?

-- Vinte dias senhora.

Ela então tira o pé da minha boceta, vai até uma gaveta e pega uma corrente com prendedores de mamilos e coloca em mim, depois coloca o outro pé na minha boceta e diz: -- Você pode começar com o outro pé e tem 5 minutos para gozar, se não consegui vai ficar mais 20 dias sem.

Eu me esfrego como louca, sentindo o couro da bota bem no meu grelo, não deu nem 2 minutos antes deu gozar. Eles então me desamarram e me levam para o quarto. Eu ajudo Sra. Carol a tirar toda a roupa, depois ela me manda deitar na cama e em seguida deita em cima de mim, com a boceta no meu rosto, eu começo a chupa-la, sem seguida senhor Matheus vem por trás e mete na boceta da esposa, ele é fodida pelo marido enquanto eu chupo o grelo dela. Ela goza bem forte, mas o Sr. Matheusme manda virar, tira o plug do meu cu, enfia a pica no lugar e rapidamente goza em mim, mas antes que a porra escorra ele coloca o plug de volta.

Depois dos dois terem gozado, eles me levam para a salinha ao lado da garagem. Eu dormi na pequena cama de madeira, com o cu esporrado e preenchido pelo plug. Na manhã seguinte eu acordo, preparo café da manhã para os meus donos, eles me mandam eu me masturbar na frente deles enquanto eles comem, depois disso eu coloco as roupas de academia (eu tenho algumas roupas na casa do meu Dono) e o Sr. Matheus me deixa na academia para eu começar um novo dia.
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Arrombando a casada safada na frente do corno


Arrombando a casada safada na frente do corno

Um dia a um tempo atrás entrei em meu face pessoal e vi algo que me surpreendeu era uma mensagem de um casal face pessoal fotos com filhos família e sempre fotos juntas ela loira linda e ele também loiro pelo visto ambos bem de vida. A mensagem dizia assim “ola sei que não nos conhece mais sou sócio do clube em que você joga e já te vimos em quadra e também nas piscinas e vou ser direto tanto sua cor negra como seu tamanho e beleza chamaram a nossa atenção e minha esposa então ficou louca ao te ver na piscina e reparou o tamanho da mala em sua sunga aliás ela não tirava os olhos de você ela esta aqui a meu lado e uma amiga da academia disse que é sua amiga e também já saiu com você se é que me entende nos abrimos para ela sobre você e ela disse que você ama loiras e ama pega-las na frente dos maridos e que você também é um Dominador BDSM e minha esposa é boa submissa já teve dono só que sem minha presença mais meu sonho e ver ela em ação sendo dominada por um homem como você isso é possível?”.

Me surpreendi pela mensagem direta e num face particular com muitas fotos do casal inclusive com filhos e família, mais confiaram em mim e se abriram e falaram a real é porque estavam mesmo decididos o que queriam, eu também fui direto e sem meias palavras esclareci a eles como gosto da sena e que meu pau não era fácil não para uma mulher normal encarar já que percebi que no Brasil não é comum homens ter meu dote, sou africano 2, 05 de altura e tudo em mim é grande inclusive meu pau medindo 28 cm de onde venho as mulheres são fortes e acostumadas com este tipo de pau mais aqui já tive meninas que ficaram comigo numa balada e na hora H tiveram medo e foram embora então eu já esclareço tudo antes.

Pelo visto ambos gostaram do que eu disse e quiseram marcar um encontro comigo em um motel da cidade exclusivo e bem usado para quem curte BDSM com celas gaiolas cadeiras para amarrar, então no dia combinado eu os pegaria em meu carro pois não queriam ser vistos entrando em um motel com seu carro, o encontro foi um dia depois então conversamos pouco mais pelas poucas fotos que vi dela na piscina percebi ser um pouco gordinha e baixinha mais com tudo no lugar bumbum grande redondo e cintura fininha e seios fartos mais percebi ser baixinha ou ele era alto mais ela é muito bonita de corpo e rosto aquelas fofinhas gostosas que não te como passar e você não olhar para trás loira com um cabelo muito comprido realmente uma bela esposa e o corno louco para eu dominar sua esposa e meter minha rola negra naquela branquinha linda.
Percebi que as loiras aqui do sul do Brasil não resistem a um negão e por isso me dou muito bem aqui, nunca comi tantas mulheres lindas como aqui no Brasil vir morar aqui a uns anos foi a melhor coisa que fiz. Fui pegar o casal em um shopping da cidade ela estava vestida como ordenei na conversa vestido curto salto e quando a vi percebi ter um bumbum enorme e seios bem grandes e uma cinturinha bem fininha mais não tinha mais de 1, 50 de altura ele magro 1, 70 por ai ambos bem vestidos entraram em meu carro ela na frente e ela atrás como ordenado por mim no caminho perguntei qual seu desejo no BDSM se ela queria um dono ou só uma cena ela então em disse que pela família e por serem conhecidos na cidade ela não podia ter um dono pois o último dono que teve a perseguiu e por ela ser uma medica e o esposo também não podiam se expor e o último Dom dela foi no seu trabalho e ela teve que terminar tudo e por isso tinha receio em ter um dono fixo.

Entendi os dois, marcamos e fomos ao um motel olhava suas cochas grosas no carro e passava as mãos e percebia a felicidade do corno ao ver isso, no motel entremos na garagem e eu ainda dentro do carro virei para trás e disse ao corno que agora ele não podia mais se arrepender pois assim que saíssemos do carro por aquele tempo ali ambos seriam meus não falariam mais nada e nem contestariam em nada ou seja eu mandava dali para frente por aquelas 4 horas eles seriam meus para eu fazer o que eu quiser , eles concordaram baixaram as cabeças em sinal de reverência e se calaram. Então eu sai do carro mandei corno descer e ir na frente ligar o ar se despir e esperar de joelhos no chão só de cuecas e esperar ele foi ela estava tremula no banco percebia seu nervosismo ao aguardar fiquei uns minutos observando sua reação ai ordenei ela tirar os calçados e permanecer ali mesmo enquanto fui no porta malas e peguei minha bolsa de BDSM peguei uma coleira e uma corrente e um plug preto com rabo de raposa.
Deixei o porta malas aberto e fui até ela abri a porta a puxei forte pelos cabelos tirei ela do carro com força fechei a porta e encostei ela no carro de costas para mim ela gemia meu tamanho perto dela sem salto a deixava ainda menor mais sua bunda me deixou louco levantei seu vestido com força enfiei meus dedos no meio de sua bunda até achar a boceta já toda molhada puxei seus cabelos e comecei a forçar um dedo em seu cu ela gemeu alto ai num supetão enfiei o plug em sua boca e a calei, me abaixei alisei sua bunda grande com minhas duas mãos ela gemia com o plug em sua boca babando um pouco que mulher que bela casadinha que eu tinha em minhas mãos rasguei sua calcinha com uma mão e com a outra já enfiava dois dedos em seu cu já larguinho a safada era acostumada a dar o rabo, então falei em seu ouvido a doutora vadia gosta de dar o cu então , ela apenas gemia e babava arranquei o plug de sua boca e fui metendo e seu cu que foi recebendo com facilidade vi que mesmo pequena ela ia ter coragem de agasalhar meu pau em seus buracos de vadia. Coloquei a coleira em seu pescoço e a corrente subi com ela para o quarto mandei ela ir na frente e fui olhando o rabo balançando naquele bumbum grande seu vestido só da cintura para cima entramos no quarto corno estava como mandei, ordenei a cadela a ficar de quatro no chão e balançar o rabo próximo do marido para ele ver como ela estava sua boceta pingava de tesão ela balançou bem o rabo e o corno calado olhando sem tocar pois disse a ele que era é minha e se ele tocar apanha feito escravo branco e corno que é.

Ele nem ousou desobedecer embora seu pau duro próximo ao bumbum dela chamei minha cadela e ele e mandei os dois tirar meus sapatos fui me despindo tirei as calças e os dois de 4 aos meus pés os mandei lamber meus pés olhando aquele bumbum dela grande de quatro com aquele rabo balançando me dava um tesão então falei aos dois que bom ver dois branquinhos médicos casadinhos lambendo os pés do negão africano é uma cena que gosto. Fiquei só de cuecas e mandei a cadela subir na cama e tirar o vestido e ficar totalmente nua e de quatro que bela cena ela linda seios grandes duros e uma cinturinha perfeita ela olhava meu volume e se lambia os lábios bem vadia então eu chamei o doutor ainda de joelhos e disse tira minha cueca seu corno ele veio de joelhos ainda e começou a baixar bem devagar quando saltou meu pau preto e grande bati com ele em suas testa sua esposa olhou com cara de espanto e disse nossa meu dono que pau grande o corno olhava bem próximo perguntei tá gostando corno? Este pau vai arrombar suas esposa e você esta gostando ele afirmou que sim então eu perguntei a ele quer provar? Ele afirmou que sim soquei na sua boca e fiz o corno chupar mal entrava a cabeça sua esposa olhava se lambendo vi que ambos gostavam de uma rola preta. O corno chupou lambeu se humilhou diante do meu mastro e implorava para eu comer a vadia da sua esposa então mandei ele se afastar e ficar de pé ai o amarrei num tronco de frente para a cama já com correntes de costas baixei sua cueca e ela olhando tudo esfreguei meu pau em sua bunda de corno mais como odeio bunda cabeluda ele gemia bem submisso então peguei um consolo da bolsa passei gel e comecei a meter em seu cu ele começou a chorar disse que era grande eu mandei se calar e dei uns bons tapas em sua bunda e meti tudo sem dó e amarrei para não sair ele rebolava e gemia, então fui para a cama a vadia estava adorando o que eu fiz com seu marido corno e veado, então puxei a corrente e meti mais o plug no seu rabo passei a mão em sua boceta que estava ensopada linda rosa com belos lábios dei muitos tapas em seu bumbum ela sempre gemendo e implorando por pau bati muito nela que ficou toda vermelha então me posicionei atrás dela apontei meu mastro preto o corno olhando arregalado apavorado com o tamanho de meu pau bem na portinha da boceta de sua esposa, puxei forte a corrente e perguntei para ela quer ser arrombada por um negão sua vadia casada? E ela respondia sim senhor quero muito. Então eu tirei o plug e seu cu estava largo apontei para seu cu ela disse senhor ai não agüento um deste tamanho, ai bati mais forte nela e mandei se calar e fui metendo em seu cu ela começou a chorar e implorar para rasgá-la toda pois o corno é veado e não come a esposa ela dizia.

Meti em seu cu e a baixinha vadia agüentou uns 25 cm para dentro daquele bundão branco o corno filho de uma puta conseguiu deixar o consolo sair de seu cu arrombado e já consegui tocar seu pau com as pontas dos dedos e se masturbava olhando eu comer o cu de sua esposa ela gemia chorava e pedia para eu comer ela como sua cadela, depois de um tempo metendo o cu da vadia de quatro a puxei pela coleira sentei em uma cadeira e disse desamarra o inútil do seu marido e vem os dois aqui chupar a rola do seu Dono. Ela obedeceu desamarrou o corno e os dois vieram de quatro como dois cães e começaram a chupar juntos meu pau que linda cena marido e mulher chupando meu pau um lambia as bolas o outro a cabeça. Então pedia a minha cadela para pegar o consolo e colocar em um sinto em minha bolsa e por em sua cintura ela fez o corno ainda me chupava como uma cadela. Ai mandei o corno ficar de quatro na cama e mandei ela meter nele e comer seu cu dei mais uns bons tapas em seu bumbum abri bem coloquei ela de quatro também ainda metendo o cu do corno ai não resisti ao ver sua boceta molhada linda me posicionei atrás e comecei a meter ela começou a gemer e chorar e dizer que nunca teve um pau tão grande que era para eu ir devagar pois certamente a rasgaria toda comecei a meter a vadia começou a tremer gemer e gozou só com a metade de meu pau dentro dela ai molhou mais ai aproveitei e meti até o talo de uma só vez ela gemeu, gritou pediu para eu tirar pois a estava matando puxei seu cabelo e disse já tá todo dentro agüenta sua piranha.

Deixei um pouco dentro apara a vadia gostosa acostumar e comecei um vai e vem o corno gemia levando no rabo o consolo ai conseguimos entrar no mesmo ritmo eu socava forte tudo na safada e ela socava com tudo no corno que não agüentou muito e gozou na cama. Então pedi para ele sair e lamber sua porra e limpara cama obedeceu e fez o que mandei ai mandei a vadia cavalgar em meu pau até o talo ai seus seios enormes em minha cara chupei me lambuzei o corno só olhava de joelhos no chão admirado da esposa estar agüentando tudo mais cada vez que chegava no fundo saia uma lagrima ela dizia que estava doendo lá no fundo mais mesmo assim tava bom. Depois coloquei ela de bruços e meti sem dó ai sim ela viu o que era dor e choro, chorava desesperada de soluçar e pedia para eu tirar pois eu a estava rasgando toda o corno apavorado nem ousava a falar nada ou eu lhe daria um tapa que ele jamais esqueceria, vadia foi comida como em um estrupo chorou mais do que uma mulher nesta condição, bati puxei seus cabelos forte até implorar por meu gozo em seu útero vi que ela não agüentava mais de bruços a coloquei de quatro de novo ou ela ia desmaiar, de quatro ela já agüentava mais pois seu enorme bumbum fazia ela não sentir La no fundo ainda chorava mais agora de prazer e pouca dor pois meu pau de 28 cm é meu maior objeto de tortura BDSM mais eu meti forte sem parar até encher seu útero de porra, ela gozou junto o corno já se masturbava de novo enchi a doutora vadia com muita porra deitei a seu lado mandei ela se deitar e abrir as pernas e mandei o corno vir ver o estrago.

Ele olhou e disse que tinha até um pouco de sangue com muita porra então ordenei o que esta esperando veado bebe tudo limpa sua esposa corno arrombado. Ele obedeceu depois tomei u banho de banheira com a loira deliciosa e submissa e seu corno aguardou do lado de fora do banheiro apenas olhando depois ele se banhou enquanto ela se maravilhava chupando meu pau na cama e tirou algumas fotos pois ainda estava admirada com o tamanho e dizia que eu tinha feito um estrago enorme seu útero doía sua vagina e seu cu ardiam muito como se arrecem tivesse perdido a virgindade mai que ela tinha amado mesmo assim. Gozei mais uma vez em sua boca antes de sair e fiz ela engolir toda minha porra o corno gravou um vídeo da esposa chupando minha rola preta e bebendo a porra para guardar de lembrança do maior pau que os dois já viram. Depois a baixinha, loirinha e fofinha adorou tanto a rola preta que quis repetir por mais duas vezes se apaixonou pelo negão e até hoje me liga mais agora arrumei um casal de escravos Alexandra e André então estarei bem ocupado com meus novos brinquedos e tenho um casal novo para arrombar e uma vadia ainda mais linda e gostosa do que esta para usar muito. Aguarde novos contos pois tenho um casal novo agora e são meus escravos de contrato assinado então aguardem Abraço do Dom Negro.

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