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Julie, Guarda e Eu


Acordei naqueles dias de tesão louco e imediato. Tava na casa da Julie, uma amiga da faculdade, tinha passado a noite toda estudando para a prova que ia ter no outro dia, enquanto ela reclamava que queria ser muito fudida de quatro e não tinha ninguém que saciasse a sua vontade. Julie era uma morena de seios grandes, cintura fina e quadril largo com olhos claros. Linda! Era meio difícil de se concentrar com ela falando aquelas coisas de madrugada e com o tesão que me dava, mas segui adiante com os estudos. Levantamos da cama e fomos nos arrumar pra ir para a faculdade, Julie e eu nunca tivemos vergonha uma da outra, a gente até trocava de roupa na frente da outra e costumava reparar no corpo da outra, tipo: nossa, ta gostosa em amiga. Eram pequenos comentários que eu sabia que tinha intenção por trás, mas não me pronunciava porque sempre amei uma pau bem grande e grosso me preenchendo toda por tudo que era lugar, batendo no fundo da minha garganta enquanto puxava os meus cabelos, ah, não tinha coisa melhor. Enfim, fomos pra faculdade, eu tava vestindo uma camiseta curtinha que deixava a minha barriga a mostra com uma sainha cintura alta preta rodadinha e um fio dental minúsculo que eu amava e que era a minha marca registrada, o fio dental bem enterradinho no meu rabo. Julie estava com uma mini saia jeans e uma camisa de botões que deixava os seus seios bem amostra. Fomos o caminho todo naquele fogo, falando que a gente tinha de dar pra alguém hoje, que não estava aguentando mais e sempre comentando entre as entre linhas o quanto a outra era apetitosa e gostosa. Era gostoso conversar sobre isso com a Julie, sem falar que realmente ela conseguia me deixar bastante confortável. Chegamos na escola e fomos pra sala. Tinha um aulão no laboratório, mas decidimos não ir e ficar um pouco mais na sala pra estudar para a prova. O guarda do andar estava passando de sala em sala olhando todas elas, a nossa sala era a ultima e nos estavamos sozinhas lá. Dando continuidade ao assunto de ta louca pra transar com um cara que marcasse todo o nosso útero e o nosso rabo com uma porra bem quentinha enquanto tremíamos e gemíamos o mais alto possível de tesão. Julie era como eu, o tipo de pessoa que gostava de satisfazer suas vontades sexuais, mas ela era pior. Era do tipo que pra ela sexo não pode ter etiqueta, quando mais sujo e violento for melhor, eu também era assim, mas ela era demais.
O guarda pôs a cabeça na porta da sala e ficou nos vendo de saia curta com as pernas cruzadas enquanto a gente conversava. Nem tínhamos notado ele ali, enquanto ele escultava toda a conversa. Quando vi que ele estava ali ele meio que tentou fingir que tinha acabado de chegar, entrou na sala e perguntou se estava tudo bem. Mas e como estava bem, vendo aquele homem másculo em nossa frente, 1,84 de puro tesão, um branquinho de cabelos negros e olhos claros, do tipo que tem as veias do braço bem pulada e a barriga sequinha. Ele era novato. Um verdadeiro tesão. Julie com certeza pensou o mesmo que eu. Me olhou com a caneta na boca, os óculos no rosto e riu. Respondeu-o dizendo: “ é agora sim estamos bem, antes a gente estava um pouco sozinha demais. Sempre bom uma companhia masculina. “
Ele chegou e se sentou de frente pra gente, enquanto ele me olhava, abri as pernas e fiquei com a caneta na boca olhando pra ele com a cara mais puta que ja fiz pra algum homem, enquanto Julie estava na sua frente envolvendo-o com perguntas um tanto salientes. Ele nos olhava fixamente e nos admirava muito. Até que eu não tava aguentando mais, me levantei e sentei no colo dele com as pernas abertas e o beijei. De começo ele não esperava mais retribui o beijo com uma palmada na minha bunda, começamos a nos beijar, Julie se levantou e foi fechar a porta, pôs a mesa do professor atrás dela e logo voltou para junto da gente, enquanto isso eu abria os botões da sua camisa e alisava o seu peito rebolando no pau dele. Ele ia levantando a minha camisa enquanto Julie na cadeira ao lado se masturbava com as pernas abertas para nossa frente e a calcinha afastada. Ele começou a masturbar a Ju enquanto me beijava e enfiava o dedo no meu cuzinho por cima da calcinha, até que eu o levantei e tirei a sua roupa, levantei a minha saia, me encostei na mesa e implorei para que ele enfiasse aquele pau duro e delicioso dentro de mim e ele o fez, começou a me comer de quatro enquanto a Ju veio pra junto de mim me beijar e apertava os seus seios fazendo com que o guarda gato visse tudo aquilo, estava uma delícia. Enquanto ele comia meu cuzinho e eu estava quase gozando Ju se abaixou e começou a lamber meu clitóris. Gozei muito, pelo cu e pela buceta. Agora a Ju sentou ele na cadeira e começou a quicar no pau dele, fazendo com que ele se contorce-se todo. Eu me masturbava e alisava o seu saco enquanto ela sentava no seu pau com a bunda pra cara dele me beijando. Nossa, eu estava muito molhada vendo tudo aquilo e ele tinha gritado falando q ia gozar, e ela gemia alto. Ele a tirou do colo e eu me ajoelhei e abri a boca, ela fez o mesmo, ele gozou dentro da minha boca em seguida ela me beijou e ele ficou alisando o pau vendo aquela cena e gemendo. Engolimos toda a sua porra e ouvimos o sinal tocar. Arrumei a minha calcinha e a saia, ele fechava a calça e os botões da camisa enquanto ela fechava os botões da saia e procurava o sutiã. Botamos a mesa do professor no lugar, demos um beijo e um sorriso de despedida. Voltamos a estudar e as pessoas a entrar na sala logo após 2 minutos. Rimos bastante e na volta pra casa em vez de um tchau ela me cumprimentou de outra forma puxando meus cabe
los e sussurrando em meu ouvido “gostosa"
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Carla Servida Para Dois Negões


CARLA SERVIDA PARA DOIS NEGÕES
Sou a Carla, uma loba de 44 anos, tenho cabelos encaracolados loiros, peitinho pequeno, coxas grossas, bumbum redondinho, xaninha e cuzinho sempre totalmente depilados, casada há 24 anos, meu marido tem 14 anos mais que eu e trabalha muito, por isso tudo liberou-me para ter aventuras, já provei homens de idades, calibres e pegadas diferentes. No último sábado estávamos almoçando em casa, quando meu maridinho perguntou se eu estava entediada, confirmei já imaginando que teríamos a tarde inteira para fazer um amor bem gostoso, nem consegui terminar de comer, pois ele me pediu para eu tomar uma ducha e vestir um baby-doll bem sexy e sem calcinha, fiz o que ele pediu e ainda calcei uma sandália de salto agulha bem alto, quando desci para a sala encontro meu maridinho e dois rapazes enormes, deveriam ter mais de dois metros, estavam apenas de sunga, e ao me verem daquele jeito praticamente nua, suas jebas aumentaram tanto que saíram da sunga, fiquei hipnotizada por aquelas toras enormes, duras e cheias de tesão a minha disposição, meu corninho se despediu de mim, sabendo que não me sinto bem com ele junto de mim naqueles momentos, foi ele sair que os dois despiram suas sungas, sem perder tempo já caí de boca numa daquelas toras, chupei tudo caprichando nas bolas, na vara e quando cheguei na cabeçona, enlouqueci, não conseguia engolir mais que a glande enorme e um pouco mais, o que ficava de fora da minha boca faminta eu masturbava com duas mãos, o outro negro aproveitando que eu estava de quatro, chupava minha xana e meu cuzinho, enquanto acariciava meu corpo todo com suas mãos enormes, depois meteu dedos ágeis e decididos na minha xana e cuzinho, tive que gritar, suplicar para que ele metesse logo sua jeba enorme em mim, foi o que ele fez divinamente, socou decidido aquilo tudo na minha xana esfomeada, bastaram algumas socadas para eu engolir tudinho, daí pra frente enlouqueci de prazer, como eu só fazia gritar, gemer, o outro foi com sua pica enorme e meteu com vontade no meu rabo, gritei de dor, pois ele era muito grosso, mas os dois nem ligaram, apenas continuaram a socar suas varas enormes em mim, sem piedade, me segurando firme com suas mãos fortes, da dor passei ao prazer extremo, gozei escandalosamente, mais de uma vez sendo empalada por aqueles dois jegues, quando eu pensava que os dois iam gozar eles pararam e inverteram as posições, continuando a me foder com muita vontade, sei que nunca senti tanto prazer sendo fodida por duas picas cavalares, grossas e tesas que metiam sem dó, meu corpo todo estava mole, entregue a aquelas duas toras que se serviam de meu corpo, até eu ter um orgasmo tão forte que cheguei a desmaiar, mesmo comigo desfalecida os dois continuaram a meter, apenas depois de um bom tempo os dois gozaram e muito dentro de mim, inundando a mim e ao sofá onde fiquei prostrada, quando acordei pedi desculpas aos dois pelo meu desmaio, retribui chupando gulosamente suas jebas alternadamente, deliciei-me com eles, provei com gosto seus sabores, texturas e tamanhos, pude observar que um deles era um pouco mais grosso enquanto o outro era um pouco mais comprido, mas com certeza nunca tinha sido fodida por duas picas tão grandes e grossas como aquelas duas, cheguei a montar numa delas cavalgando gostoso enquanto mamava o outro, alternando a trepada, ficamos brincando assim tão gostoso que ficaria eternamente, tentava não gozar muito com medo de desmaiar novamente, mas era difícil suas varas produziam orgasmos fantásticos em mim, e meu corpo já estava mole novamente, mas os dois finalmente gozaram, fiz questão que gozassem na minha boca, foi tanto que não consegui engolir tudo, sobrando para meu rosto, cabelo, colo e seios. Depois de me recuperar fui me lavar e quando voltei aos braços musculosos de meus dois deuses de ébano, meu corno me liga perguntando se eu queria ficar a noite toda com eles, respondi rapidinho que sim, com toda certeza, depois de mais uma trepada fantástica sendo o recheio de suas varas gostosissimas que me foderam com toda vontade minha xana e meu rabo gulosos, quando consegui não desmaiar de prazer, liguei para um delivery pedindo comida para nosso jantar, recebi e paguei ao motoboy vestindo apenas o baby-doll, com meu corpo melada do esperma dos dois machos e exalando sexo por todos os poros, nem liguei para os comentários dele, estava interessada nos dois machos que me esperavam deitados na minha cama, doidos para continuaram a me foder a noite toda.
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