Dando Pro Padastro e Meio Irmão


Dando pro padastro e meio irmão

Minha família decidiu fazer uma viagem de fim de semana, para um hotel fazenda da região, com várias atividades campestres. Fomos eu, Carol de 18 anos, meu meio irmão Lucas (filho do meu padrasto) de 21, minha mãe de 42 e meu padrasto de 45. A viagem foi super cansativa, 3 horas de estrada e alguns de trechos terríveis, que davam enjoo.

A noite, por volta das 20h, chegamos no hotel, ficamos num apartamento de 2 quartos e todos foram descansar um pouco. Minha mãe tomou remedio para dor de cabeça e eu tomei algo pra enjoo. Tentei dormir, mas nao tava conseguindo, fiquei fazendo idas e vindas ao banheiro. Essa movimentação acabou acordando o meu padrasto que se compadeceu do meu problema e preparou um chá pra mim, foi tiro e queda. melhorei em seguida. Mas continuava sem sono e fiquei fazendo sessão de beleza por horas no banheiro, limpando a pele.

Meu padrasto ainda não tinha tomado banho após a viagem e ja estava um pouco impaciente porque eu não saia do banheiro. Então perguntou se podia tomar banho no box enquanto eu fazia a limpeza e pele. Deixei, não vi problema nenhum. O banheiro era um pouco apertado, e ao passar por mim, ele encostou o pau na minha bunda, aparentemente sem querer. Nao estava duro nem nada, mas me arrepiou.

Fiquei enrolando a sessao de beleza para ver se na saida do banho, ele ia encostar de novo. Ele acabou o banho e eu empinei a bunda, pra ocupar bastante espaço no banheiro. Ele passou meio de lado esquivando, eu tentei encostar, ele voltou e aquilo foi endurecendo. Ficou roçando um pouco, estava muito bom. Até que ele tirou a toalha e ficou por tras de mim, deslizando a cabeça da rola pela minha xaninha, enquanto eu passava creme no rosto. Me molhe toda, fiquei me mexendo pra tras e pra frente pra facilitar. Ficamos assim por um bom tempo. Ele trancou a porta e me virou de frente pra ele, e continuou roçando a pica na minha buceta, sem meter, deslizando entre a rachada e as pernas. Eu ja estava piscando e o pau latejando.

Quando eu menos esperava, ele, forte e alto, num segundo me ergueu e colocou minhas pernas em vota do pescoço dele e começou me chupar bem gostoso, com suavidade, hora chupando, hora passando a lingua. Aos poucos foi tentando enfiar a lingua dentro da minha buceta, a lingua era grande, parecia uma pica macia.

Quando ele percebeu que eu ja estava muito louca de tesão, Me desceu com a mesma rapidez que me subiu, deslizei do seu pescoço pelo peito e seu pau ja estava esperando pra dar aquela cravada gostosa. Ja caí encaixada naquele pau grosso melado (ele tinha passado lubrificante enquanto me chupava). Ele estava um pouco enclinado para tras, encostado na parede pra facilitar o processo. Tomei um susto gostoso, na primeira estocada apertei a buceta de susto e senti o pau me preenchendo toda.

Depois relaxei, agarrei o quadril dele com as minhas pernas e comecei a cavalgar no meu ritmo, devagar, pulava, apertava a bucetinha pra sentir melhor aquele pau e subia relaxando. Fui fazendo assim, ate ele começar a massacrar minha buceta. Quando eu ia caindo na pica dele, ele vinha com uma estocada de baixo, era muito bom. me pegava bem fundo, as vezes eu chegava a tremer. Depois ele comecou a me fazer deslizar mais rapido e estocar com mais força, parecia uma britadeira. Eu ja tava dando espasmos, tendo contrações involuntarias. Ele fazia essa sequencia bem forte e rapida, depois me parava no ar, tirava a pica quase toda e metia de uma vez. Eu ia no ceu e voltava. Na quinta vez ele fez isso, me mijei toda de tesão.

Então ele deixou eu segui devagarinho, no meu ritmo mais lento. Fiquei cavalgando ali tipo cachorrinho nadando, pulinhos curtos. E nada dele gozar. Vi que ja estava cansado também, pedi pra ficarmo em pé, ele me colocou contra a pia de costas pra ele, minha buceta aliviou mas sentiou falta quuando ele tirou a pica. Entao pedi mais, ele ficou metendo de vagar e fundo, era muito bom. pegava bem no fundo da parte de dentro do meu clitoris, Quando eu tava sentindo que ia gozar, eu apertava a pica dele com a minha buceta e me empinava pra tras pra entrar mais fundo. Ele entendia o recado e estocava mais forte. Ate que ele fez aquele modo britadeira e eu nao aguentei, gozei, tremi toda. tive orgasmos multiplos.

Depois dessa, tomamos um banho juntos e eu pedi pincelada na bucetinha, adoro isso. Foi muito gostoso. Fiquei muito excitada, mas ele estava morto. Não aquentava mais outra rodada de surra de cacete.

Ouvimos alguem bater na porta, ficamos em panico. Era meu meio irmao apertado. Meu padrasto abriu a porta e pediu pra eu ficar quieta no box. Meu meio irmao entrou e foi mijar, enquanto meu padastro ficou me alisando a xana com os dedos pra nao chamar a atenção. Meu meio irmão tava quase saindo quando ele percebeu algo estranho e abriu o box. Tomou um susto.

Ficamos sem reação, ele ficou duro na hora. Aquilo já me deu tesão de novo. Então convidei pra entrar. O pai dele diz que eu curtia pincelada na bucetinha e ele ficou animado. começou a punhetar a piroca me olhando, o mastro foi crescendo, ficando grande e grosso.

Meu padrasto ficou esfragando a rola na minha bunda, me ergueu e abriu minhas pernas pro meu meio irmao. Ele chegou dando umas lapadas sem dó na minha bucetinha com aquela massaroca de piroca, me deixando vermelha. Depois pincelou gostoso, deslizando do clitoris ate quase la dentro. Eu estava enxarcada de tesão. Ele pincelava umas 3 vezes e fazia que ia meter, ai tirava, me deixava piscando. Fez isso algumas vezes, ate que não aguentei e quando ele tava fazendo que ia meter a rola em mim, agarrei a cintura dele com as pernas e o caralho entrou gostoso.

Deixei atolar tudo. Segurei uns 5 segundo bem la no fundo. Quase gozei so nessa estocada. Mas o cara ficou louco, soltou minha pernas, empurrou eu e o pai dele contra a parede, me deixando em pé e começou a meter endiabrado velocidade mil. Tava muuuuuito gostoso. As vezes ele dava um jeito de se arquear por baixo pra meter melhor e pegar bem fundo. Até que o pai dele quis meter também, me ergueu novamente e foi forçando a pica no meu cuzinho e eu fiquei arreganhada pro meu meio irmao de novo. Ele aproveitou pra meter comigo agarrada nele de novo. Chegamos num ritmo gostoso de sincronismo. Quando eu quicava em duas rolas de uma vez, sentia um prazer indescritivel.

Ficamos assim alguns minutos. Meu padrasto gozou primeiro e saiu, ficou so olhando. O lucas me levou pro vaso sanitario, sentou e me viro de costa pra ele e me deixou cavalgando, tava uma delicia. Quando eu tava pra gozar, apertei bem o caralho dele com a bucetinha e ele me segurou e estocou fundoooo.. numa cravada magestosa. Gozamos juntos, escorreu muita porra pela minha perna. Depois fomos deitar, o Lucas pediu pra trancar a porta do quarto, pra dormirmos juntos, ele queria dormir com pau enterrado na minha buceta. Eu aceitei. Foi muito gostoso dormir com aquele cacetao socado em mim. Passei a noite sugando ele com a minha buceta e ele dando pequenas estocadinhas, alternadas com algumas mais fundas. Dormimos assim. Nem lembro quantas vezes gozei nessa noite.
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Sexo no Chuveiro


Cheguei em casa bem tarde depois da faculdade, entrei caladinha e fui para o meu quarto como sempre, mas naquela noite joguei a mochila no canto, esqueci celular e televisão, passei direto pro banheiro, era uma noite quente e eu estava realmente um caco, então segui meu ritual para me acalmar, nem acendi a luz, só acendi um mini abajur, aqueles negócios fofinhos que põe direto na tomada, entrei debaixo do chuveiro, tentei me concentrar na água correndo pelo meu corpo, não gosto de água quente, mas hoje eu precisava e minutos depois eu não estava mais sozinha.
Pedro entrou no banheiro junto comigo, me abraçou forte e só ficou em silêncio. Ele era bom nisso, me conhecia bem, deitei em seu peito quente, a pele dele era sempre macia, os braços fortes me envolviam e me apertavam forte, um abraço de urso, o cheiro dele era inebriante, e ali, naquele momento, esqueci os problemas, um beijo aconteceu e isso bastava pra pegarmos fogo, em segundos ou talvez minutos eu estava ofegante enquanto segurava sua cabeça entre minhas pernas, quase gozando em sua língua ágil que dançava em meu clitóris, dois dedos penetraram em mim e eu sucumbi aquele orgasmo, mordendo os lábios, apertando os dedos dos pés, salivando e ofegante. Ele levantou, me encarou e meu rosto estava pegando fogo, queria mais dele, sentir o gosto dele, esperei aprovação e ela não veio.
Ele me puxou pra outro beijo quente, me colocou no colo com rapidez e uma brutalidade que me deixava com borboletas no estômago, me preparei pra estocada que viria, mordi os lábios e já podia sentir ele me invadindo só de imaginar, ele deixou só a cabecinha na entrada e eu gemi em desespero, respirei mais fundo, deitei em seu peito, minha respiração não se normalizava, o tesão era tão grande que doia. Ele pincelava seu pau gostoso em mim e só colocava a cabecinha de novo, e quase mordi ele de tanto desejo.
Joguei o rosto pra trás, tentei respirar e ele entrou todo em mim quase em câmera lenta, sentir aquilo era mágico, estonteante, quando chegou ao fundo apertei o rosto contra o ombro dele, prendi a respiração por alguns segundos e voltei a beija-lo, era quente, molhado, eu tinha sede da boca dele, sem querer um gemidinho tímido, abafado escapou, me segurei com força e me encostei na parede, meus cabelos molhados e desgrenhados colavam na parede, no meu corpo e no dele, mordi os meus próprios lábios e observei ele entrar e sair de mim, suas mãos passeavam pelo meu corpo e ele mamava meus seios como um bebê faminto. Podia sentir a água caindo entre nossos corpos, o calor e as mãos fortes e cada estocada eu era lançada contra a parede me arrancando suspiros, afundei meu rosto no peito dele e apenas me entreguei aquela sensação deliciosa de ter ele dentro de mim.
Depois de um tempo ele me colocou sentada em seu colo, encostado na parede e a água morna ainda caia sobre nós, cavalguei com vontade, e é impossível descrever em palavras a sensação frenética de ter ele dentro de mim, de observar cada centímetro sair e entrar, eu estava absurdamente molhada, eu queria chegar lá, senti meu corpo inteiro se arrepiar, a pele dele vermelha por conta do calor e água quente, os lábios carnudos entre abertos, ele intercalava beijos e mordidas, se encostava na parede de novo e entre os beijos quentes ele ficava ofegante, meu corpo gritava por um segundo orgasmo, afundei o rosto no pescoço dele, o tesão era tanto que fui as lágrimas quando gozei e senti ele gozar dentro de mim. Tivemos dois minutos de descanso, ficamos ali agarrados, eu trêmula e cansada, vermelha como pimenta, quando finalmente recobrei a força nas pernas, levantei! Ele sorriu enquanto banhavamos, ele me abraçou por trás, beijando meu ombro e meu rosto.
- Hoje tu judiou um pouquinho! - falei bem baixinho e dei um passo pra debaixo do chuveiro.
Eu não ouvia e nem estava olhando, mas sabia que ele estava sorrindo.
- Gosto da tua urgência. - ele sussurrou em meu ouvido.
Me enrolei na toalha, ele me pegou no colo, me levou pra cama, se despediu com um beijo.
Nós estávamos juntos a alguns meses, e ele era como uma droga criada especialmente pra mim, um toque, um beijo e eu estava pronta pra ele. Eu estava ferrada e sabia disso. Eu simplesmente dormi, cansada, mas recomposta.
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Arrombando a casada safada na frente do corno


Arrombando a casada safada na frente do corno

Um dia a um tempo atrás entrei em meu face pessoal e vi algo que me surpreendeu era uma mensagem de um casal face pessoal fotos com filhos família e sempre fotos juntas ela loira linda e ele também loiro pelo visto ambos bem de vida. A mensagem dizia assim “ola sei que não nos conhece mais sou sócio do clube em que você joga e já te vimos em quadra e também nas piscinas e vou ser direto tanto sua cor negra como seu tamanho e beleza chamaram a nossa atenção e minha esposa então ficou louca ao te ver na piscina e reparou o tamanho da mala em sua sunga aliás ela não tirava os olhos de você ela esta aqui a meu lado e uma amiga da academia disse que é sua amiga e também já saiu com você se é que me entende nos abrimos para ela sobre você e ela disse que você ama loiras e ama pega-las na frente dos maridos e que você também é um Dominador BDSM e minha esposa é boa submissa já teve dono só que sem minha presença mais meu sonho e ver ela em ação sendo dominada por um homem como você isso é possível?”.

Me surpreendi pela mensagem direta e num face particular com muitas fotos do casal inclusive com filhos e família, mais confiaram em mim e se abriram e falaram a real é porque estavam mesmo decididos o que queriam, eu também fui direto e sem meias palavras esclareci a eles como gosto da sena e que meu pau não era fácil não para uma mulher normal encarar já que percebi que no Brasil não é comum homens ter meu dote, sou africano 2, 05 de altura e tudo em mim é grande inclusive meu pau medindo 28 cm de onde venho as mulheres são fortes e acostumadas com este tipo de pau mais aqui já tive meninas que ficaram comigo numa balada e na hora H tiveram medo e foram embora então eu já esclareço tudo antes.

Pelo visto ambos gostaram do que eu disse e quiseram marcar um encontro comigo em um motel da cidade exclusivo e bem usado para quem curte BDSM com celas gaiolas cadeiras para amarrar, então no dia combinado eu os pegaria em meu carro pois não queriam ser vistos entrando em um motel com seu carro, o encontro foi um dia depois então conversamos pouco mais pelas poucas fotos que vi dela na piscina percebi ser um pouco gordinha e baixinha mais com tudo no lugar bumbum grande redondo e cintura fininha e seios fartos mais percebi ser baixinha ou ele era alto mais ela é muito bonita de corpo e rosto aquelas fofinhas gostosas que não te como passar e você não olhar para trás loira com um cabelo muito comprido realmente uma bela esposa e o corno louco para eu dominar sua esposa e meter minha rola negra naquela branquinha linda.
Percebi que as loiras aqui do sul do Brasil não resistem a um negão e por isso me dou muito bem aqui, nunca comi tantas mulheres lindas como aqui no Brasil vir morar aqui a uns anos foi a melhor coisa que fiz. Fui pegar o casal em um shopping da cidade ela estava vestida como ordenei na conversa vestido curto salto e quando a vi percebi ter um bumbum enorme e seios bem grandes e uma cinturinha bem fininha mais não tinha mais de 1, 50 de altura ele magro 1, 70 por ai ambos bem vestidos entraram em meu carro ela na frente e ela atrás como ordenado por mim no caminho perguntei qual seu desejo no BDSM se ela queria um dono ou só uma cena ela então em disse que pela família e por serem conhecidos na cidade ela não podia ter um dono pois o último dono que teve a perseguiu e por ela ser uma medica e o esposo também não podiam se expor e o último Dom dela foi no seu trabalho e ela teve que terminar tudo e por isso tinha receio em ter um dono fixo.

Entendi os dois, marcamos e fomos ao um motel olhava suas cochas grosas no carro e passava as mãos e percebia a felicidade do corno ao ver isso, no motel entremos na garagem e eu ainda dentro do carro virei para trás e disse ao corno que agora ele não podia mais se arrepender pois assim que saíssemos do carro por aquele tempo ali ambos seriam meus não falariam mais nada e nem contestariam em nada ou seja eu mandava dali para frente por aquelas 4 horas eles seriam meus para eu fazer o que eu quiser , eles concordaram baixaram as cabeças em sinal de reverência e se calaram. Então eu sai do carro mandei corno descer e ir na frente ligar o ar se despir e esperar de joelhos no chão só de cuecas e esperar ele foi ela estava tremula no banco percebia seu nervosismo ao aguardar fiquei uns minutos observando sua reação ai ordenei ela tirar os calçados e permanecer ali mesmo enquanto fui no porta malas e peguei minha bolsa de BDSM peguei uma coleira e uma corrente e um plug preto com rabo de raposa.
Deixei o porta malas aberto e fui até ela abri a porta a puxei forte pelos cabelos tirei ela do carro com força fechei a porta e encostei ela no carro de costas para mim ela gemia meu tamanho perto dela sem salto a deixava ainda menor mais sua bunda me deixou louco levantei seu vestido com força enfiei meus dedos no meio de sua bunda até achar a boceta já toda molhada puxei seus cabelos e comecei a forçar um dedo em seu cu ela gemeu alto ai num supetão enfiei o plug em sua boca e a calei, me abaixei alisei sua bunda grande com minhas duas mãos ela gemia com o plug em sua boca babando um pouco que mulher que bela casadinha que eu tinha em minhas mãos rasguei sua calcinha com uma mão e com a outra já enfiava dois dedos em seu cu já larguinho a safada era acostumada a dar o rabo, então falei em seu ouvido a doutora vadia gosta de dar o cu então , ela apenas gemia e babava arranquei o plug de sua boca e fui metendo e seu cu que foi recebendo com facilidade vi que mesmo pequena ela ia ter coragem de agasalhar meu pau em seus buracos de vadia. Coloquei a coleira em seu pescoço e a corrente subi com ela para o quarto mandei ela ir na frente e fui olhando o rabo balançando naquele bumbum grande seu vestido só da cintura para cima entramos no quarto corno estava como mandei, ordenei a cadela a ficar de quatro no chão e balançar o rabo próximo do marido para ele ver como ela estava sua boceta pingava de tesão ela balançou bem o rabo e o corno calado olhando sem tocar pois disse a ele que era é minha e se ele tocar apanha feito escravo branco e corno que é.

Ele nem ousou desobedecer embora seu pau duro próximo ao bumbum dela chamei minha cadela e ele e mandei os dois tirar meus sapatos fui me despindo tirei as calças e os dois de 4 aos meus pés os mandei lamber meus pés olhando aquele bumbum dela grande de quatro com aquele rabo balançando me dava um tesão então falei aos dois que bom ver dois branquinhos médicos casadinhos lambendo os pés do negão africano é uma cena que gosto. Fiquei só de cuecas e mandei a cadela subir na cama e tirar o vestido e ficar totalmente nua e de quatro que bela cena ela linda seios grandes duros e uma cinturinha perfeita ela olhava meu volume e se lambia os lábios bem vadia então eu chamei o doutor ainda de joelhos e disse tira minha cueca seu corno ele veio de joelhos ainda e começou a baixar bem devagar quando saltou meu pau preto e grande bati com ele em suas testa sua esposa olhou com cara de espanto e disse nossa meu dono que pau grande o corno olhava bem próximo perguntei tá gostando corno? Este pau vai arrombar suas esposa e você esta gostando ele afirmou que sim então eu perguntei a ele quer provar? Ele afirmou que sim soquei na sua boca e fiz o corno chupar mal entrava a cabeça sua esposa olhava se lambendo vi que ambos gostavam de uma rola preta. O corno chupou lambeu se humilhou diante do meu mastro e implorava para eu comer a vadia da sua esposa então mandei ele se afastar e ficar de pé ai o amarrei num tronco de frente para a cama já com correntes de costas baixei sua cueca e ela olhando tudo esfreguei meu pau em sua bunda de corno mais como odeio bunda cabeluda ele gemia bem submisso então peguei um consolo da bolsa passei gel e comecei a meter em seu cu ele começou a chorar disse que era grande eu mandei se calar e dei uns bons tapas em sua bunda e meti tudo sem dó e amarrei para não sair ele rebolava e gemia, então fui para a cama a vadia estava adorando o que eu fiz com seu marido corno e veado, então puxei a corrente e meti mais o plug no seu rabo passei a mão em sua boceta que estava ensopada linda rosa com belos lábios dei muitos tapas em seu bumbum ela sempre gemendo e implorando por pau bati muito nela que ficou toda vermelha então me posicionei atrás dela apontei meu mastro preto o corno olhando arregalado apavorado com o tamanho de meu pau bem na portinha da boceta de sua esposa, puxei forte a corrente e perguntei para ela quer ser arrombada por um negão sua vadia casada? E ela respondia sim senhor quero muito. Então eu tirei o plug e seu cu estava largo apontei para seu cu ela disse senhor ai não agüento um deste tamanho, ai bati mais forte nela e mandei se calar e fui metendo em seu cu ela começou a chorar e implorar para rasgá-la toda pois o corno é veado e não come a esposa ela dizia.

Meti em seu cu e a baixinha vadia agüentou uns 25 cm para dentro daquele bundão branco o corno filho de uma puta conseguiu deixar o consolo sair de seu cu arrombado e já consegui tocar seu pau com as pontas dos dedos e se masturbava olhando eu comer o cu de sua esposa ela gemia chorava e pedia para eu comer ela como sua cadela, depois de um tempo metendo o cu da vadia de quatro a puxei pela coleira sentei em uma cadeira e disse desamarra o inútil do seu marido e vem os dois aqui chupar a rola do seu Dono. Ela obedeceu desamarrou o corno e os dois vieram de quatro como dois cães e começaram a chupar juntos meu pau que linda cena marido e mulher chupando meu pau um lambia as bolas o outro a cabeça. Então pedia a minha cadela para pegar o consolo e colocar em um sinto em minha bolsa e por em sua cintura ela fez o corno ainda me chupava como uma cadela. Ai mandei o corno ficar de quatro na cama e mandei ela meter nele e comer seu cu dei mais uns bons tapas em seu bumbum abri bem coloquei ela de quatro também ainda metendo o cu do corno ai não resisti ao ver sua boceta molhada linda me posicionei atrás e comecei a meter ela começou a gemer e chorar e dizer que nunca teve um pau tão grande que era para eu ir devagar pois certamente a rasgaria toda comecei a meter a vadia começou a tremer gemer e gozou só com a metade de meu pau dentro dela ai molhou mais ai aproveitei e meti até o talo de uma só vez ela gemeu, gritou pediu para eu tirar pois a estava matando puxei seu cabelo e disse já tá todo dentro agüenta sua piranha.

Deixei um pouco dentro apara a vadia gostosa acostumar e comecei um vai e vem o corno gemia levando no rabo o consolo ai conseguimos entrar no mesmo ritmo eu socava forte tudo na safada e ela socava com tudo no corno que não agüentou muito e gozou na cama. Então pedi para ele sair e lamber sua porra e limpara cama obedeceu e fez o que mandei ai mandei a vadia cavalgar em meu pau até o talo ai seus seios enormes em minha cara chupei me lambuzei o corno só olhava de joelhos no chão admirado da esposa estar agüentando tudo mais cada vez que chegava no fundo saia uma lagrima ela dizia que estava doendo lá no fundo mais mesmo assim tava bom. Depois coloquei ela de bruços e meti sem dó ai sim ela viu o que era dor e choro, chorava desesperada de soluçar e pedia para eu tirar pois eu a estava rasgando toda o corno apavorado nem ousava a falar nada ou eu lhe daria um tapa que ele jamais esqueceria, vadia foi comida como em um estrupo chorou mais do que uma mulher nesta condição, bati puxei seus cabelos forte até implorar por meu gozo em seu útero vi que ela não agüentava mais de bruços a coloquei de quatro de novo ou ela ia desmaiar, de quatro ela já agüentava mais pois seu enorme bumbum fazia ela não sentir La no fundo ainda chorava mais agora de prazer e pouca dor pois meu pau de 28 cm é meu maior objeto de tortura BDSM mais eu meti forte sem parar até encher seu útero de porra, ela gozou junto o corno já se masturbava de novo enchi a doutora vadia com muita porra deitei a seu lado mandei ela se deitar e abrir as pernas e mandei o corno vir ver o estrago.

Ele olhou e disse que tinha até um pouco de sangue com muita porra então ordenei o que esta esperando veado bebe tudo limpa sua esposa corno arrombado. Ele obedeceu depois tomei u banho de banheira com a loira deliciosa e submissa e seu corno aguardou do lado de fora do banheiro apenas olhando depois ele se banhou enquanto ela se maravilhava chupando meu pau na cama e tirou algumas fotos pois ainda estava admirada com o tamanho e dizia que eu tinha feito um estrago enorme seu útero doía sua vagina e seu cu ardiam muito como se arrecem tivesse perdido a virgindade mai que ela tinha amado mesmo assim. Gozei mais uma vez em sua boca antes de sair e fiz ela engolir toda minha porra o corno gravou um vídeo da esposa chupando minha rola preta e bebendo a porra para guardar de lembrança do maior pau que os dois já viram. Depois a baixinha, loirinha e fofinha adorou tanto a rola preta que quis repetir por mais duas vezes se apaixonou pelo negão e até hoje me liga mais agora arrumei um casal de escravos Alexandra e André então estarei bem ocupado com meus novos brinquedos e tenho um casal novo para arrombar e uma vadia ainda mais linda e gostosa do que esta para usar muito. Aguarde novos contos pois tenho um casal novo agora e são meus escravos de contrato assinado então aguardem Abraço do Dom Negro.

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O Fisioterapeuta Negro


O Fisioterapeuta Negro

Esse relato é simples de descrever! Já fiquei pensando nisso diversas vezes! Eu fazia sessões de Osteopatia. E meu osteopata era um homão da porra com uma pele negra cor de canela e meio alto. Eu ficava molhada sempre que ia fazer a sessão.Confesso que tenho uma queda absurda por homens negros de olhos claros. O contraste da cor da pele com a dos olhos me deixa hipnotizada. Mas não era só isso que mexia comigo. Não sou muito fixada nessa coisa de tipo ideal, fico atraída pelo jeito que a pessoa me olha, pelo toque, pelo cheiro, pelas atitudes… E meu querido osteopata tem uma coisa que me quebra: pegada.
Gosto de ter uma vida razoavelmente saudável e sou viciada em sexo desde os meus 14 anos. Para quem não me conhece, meu nome é Gabriela, tenho 32 anos, 1,68 m, 55 kg, sou branca com os olhos castanhos claros, cabelos loiros, tatuada, seios bem grandes, um bumbum empinado e gostoso e adoro sexo em qualquer circunstância, local ou necessidade. Toda terça-feira estava lá, religiosamente. Chegava em seu consultório, falava das dores e iniciávamos o alongamento. Não era um alongamento desses que fazemos antes de praticar esportes. Eu ficava relaxada (primeiro em pé e depois deitada), concentrada na respiração e ele conduzia os alongamentos. Puxava e repuxava meus músculos todos, eu parecia uma verdadeira boneca de pano.
Para isso, obviamente, ele precisava me tocar, ou até se aproximar mais de mim, principalmente quando estava com dor de pescoço (quase sempre). Para isso ele me deitava de barriga para cima em uma maca baixa (talvez uns 50 cm do chão) e se sentava num banco próximo à minha cabeça. Ele se reclinava sobre mim puxando meu pescoço, enquanto eu fitava aqueles olhos, tão próximos dos meus… o pior era fazer o exercício da respiração, quando o que eu precisava mesmo era soltar um suspiro.
Depois do alongamento ele estalava todas as articulações da minha coluna. Isso demandava força e muito jeito. A depender do local, ele me posicionava de uma forma diferente e me suspendia, empurrava, esticava… Sentia aqueles braços fortes me envolvendo e manipulando meu corpo. Ficava imaginando as tantas outras posições que gostaria que ele me pusesse.
Ao acabar a sessão saía de lá sem dor, mas com outra angústia, um tesão descomunal. Toda semana isso se repetia e o tesão só aumentava. Chegou ao ponto de sair da sala dele correndo para o banheiro para me masturbar, pois não aguentava esperar para chegar em casa.
Achei por um bom tempo que era algo unilateral, mas aos poucos percebi que meus olhares eram correspondidos, o que sempre me fazia corar, e ele percebia (e o exercício da respiração? Já era né!) Às vezes ele dava um sorriso de canto de boca, discretamente malicioso, às vezes não. Ele é um cara super sério, introspectivo, o estereótipo do militar (ele é fisioterapeuta do exército). E fui percebendo que aos poucos ele começou a puxar assunto, conversávamos sobre trivialidades e ríamos bastante.
Eu não sabia que ele havia percebido como eu me sentia, até que um dia ele me diz:
– Engraçado, em alguns exercícios sua pulsação acelera bastante e você se perde na respiração.
– E qual a graça nisso?
– Que não coincide com seus pontos mais doloridos…
Me senti sendo pega no flagra. Se minha pulsação estava alterada, parecia que meu coração ia sair pela boca. Fiquei tão ruborizada que sentia meu rosto queimar. E ele me olhava sério, sem esboçar qualquer reação. Isso me deixava ainda mais nervosa! Isso tudo acontecendo enquanto ele retorcia meu quadril para o lado e o ombro para o outro. Nem a opção de baixar a cabeça ou sair correndo dali eu tinha.
Ele foi me soltando devagar e me pediu para levantar. Enfim a sessão estava terminando. Fiquei de pé e fui alongar a lombar. Aquele movimento que as pessoas tentam tocar os dedos dos pés. Como sou um tanto flexível, apoiava as palmas das mãos no chão e “andava” para frente e para trás. Para garantir meu equilíbrio, segurava firmemente meu quadril por trás de mim. Ao me levantar, pendi um pouco e ele me segurou, mas acabei esbarrando nele.
Senti o pau dele bem rígido na minha bunda. Não consegui disfarçar a surpresa e olhei para ele na hora (devia ter um ponto de interrogação gigante na minha testa). Ele apenas me retribuiu a discreta cara safada de sempre e perguntou se tinha algum problema. Fiquei tão surpresa que não consegui dizer nada, e com isso ele entendeu como “quem cala, consente”. Ele me puxou de encontro a seu corpo e ficou me olhando. Eu, tão submissa quanto em suas sessões, continuei lá parada, só vendo aqueles olhos…
Ele me agarrou. Finalmente sentia aquele toque firme bem do jeito que eu queria. Ele não buscava mais pontos de tensão, ele passava a mão em todo meu corpo, enquanto me beijava. Um beijo intenso, delicioso. Ele passou a mão pela minha nuca e puxou meu cabelo para trás. Ainda segurando meu cabelo, ele dirigia-se a meus seios. Ele só largou para arrancar meu top. Depois ele tirou o jaleco e a camisa social. Confesso que não esperava que ele tivesse um corpo tão gostoso.
Ele chupava meus peitos e agarrava minha bunda com firmeza. Ai eu já estava gemendo baixinho, toda derretida. Tirou minha calça e minha calcinha, desceu e começou a me chupar. Parecia que sabia que tava já ficando de perna bamba, quando colocou uma de minhas coxas apoiadas no ombro dele.
Quanto mais ele se erguia, minha perna suspendia e ele chupava mais profundamente. Fiquei louca com aquela língua deflagrando minha buceta e acabei gozando na boca dele.
Ele se levantou e me olhou com a cara toda lambuzada e perguntou se eu estava pronta. Respondi que sim, mesmo sem saber ao certo a que ele se referia. Ele tirou a calça e a cueca e se deitou na maca. Já estava indo em direção daquele pau quando ele disse que era para sentar na cara dele. Nesse momento entendi porque tanto exercício de respiração! Fizemos um 69 delicioso.
O pau dele era uma delícia de chupar, grande e grosso. Passava minha língua nele todo, chupava com carinho, ao mesmo tempo que punhetava em minha boca. Adoro chupar mesmo, só de lembrar já fico com a boca cheia d’água. Sentia aquele pau crescer e ficar mais duro na minha boca, um tesão só!
Enquanto isso ele me deixava louca. Ora chupava meu cú, ora chupava minha buceta. O mesmo ele fazia com os dedos… era tanto prazer que mal conseguia entender o que ele estava fazendo.
Depois ele se levantou em minha direção, me virou de costas e me faz apoiar na mesa dele. Fiquei lá empinada enquanto ele pincelava meu cu e minha buceta com a cabeça de sua piroca grande, grossa e cabeçuda. Fiquei louca, a ânsia por saber onde ele ia meter estava me consumindo. Finalmente ele acabou com minha angústia e meteu toda na minha buceta. Mal me deu tempo de respirar e metia nela rápido e forte.
Gemia que nem uma louca e implorava para ele meter mais. Quanto mais pedia, mais ele enfiava com força, batia no meu rabo e me chamava de puta. O safado me deu um orgasmo delicioso e eu doida para dar o troco. Levantei, quase sem forças e fiz ele deitar novamente na maca. Sentei na pica dele de costas, de modo que enquanto cavalgava, ele agarrava e batia na minha bunda, tendo a visão deliciosa de minhas tatuagens e de cuzinho piscando.
Só de sacanagem, tirava e colocava ela dentro de mim, devagarzinho. Sentia a agonia dele e pirraçava mais. Pincelava meu cu e sentava novamente com a buceta. Quando ele estava rendido, acelerei, e quando vi estava pulando ferozmente nele. Sentia o saco dele quase entrando de tão forte que estava. Dessa vez o safado me deu um múltiplo!
Mas não desisti, nessas estocadas firmes e fortes, olhei bem pra ele, ainda de costas, e encaixei com força no meu cú guloso e sedento. Amo sexo anal, e excitada que estava, nem me incomodei com a surpresa dele. Deve ter pensado....uma loirinha dessas, que gosta de tomar no cú de verdade!!! Não estava mais aguentando quando ele falou que queria gozar em meus peitos. Levantei a fiz uma espanhola, espremendo seu pau entre meus seios e lambendo a cabeça sempre que ela chegava a meu alcance. Com um homem desses não poderia desperdiçar uma só gota, então ele gozou tanto que me melou meu rosto e encheu minha boca de leite.
Estávamos esgotados daquela foda intensa, ofegantes e suados. Ele me olha com a aquela cara e diz:
– agora vou ter que colocar sua lombar no lugar novamente!
Espero que também tenham gostado!
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Putinha Deu o Cuzinho Para o Ladrão



Putinha deu o cuzinho para o ladrão
Eu cheguei em casa após um dia cansativo de trabalho…estava calor r fui tomar banho…já era tarde. Sai do banho, me enxuguei e como estava calor, decidi dormir nu…logo após pegar no sono, senti algo encostando na minha cara e quando abri os olhos, deparei-me com o cano de uma arma! Era um assaltante! Como o abajur estava ligado, pude vê-lo nitidamente…era um mulato alto e forte e bem mal-encarado…Ele mandou eu me levantar e encostar na parede…me vendo sem roupa, ele me olhou de cima a baixo e deu uma risadinha…encostei na virado para a parede enquanto ele mexia na minha carteira quer estava sobre o criado-mudo…

– Só tem isso de grana? – Ele perguntou

– Sim… – respondi timidamente e assustado.

Senti ele se aproximar e sua mão apalpar minha bunda…ele encostou a boca na minha orelha e disse:

– Que bundinha gostosa que você tem! Faz tempo que to na seca…quer ser minha mulherzinha hoje?

– Que é isso cara! Leva a grana e me deixa em paz…não sou disso… – respondi assustado, pois aquele homem queria me estuprar!

– Qualé? Ninguém vai ficar sabendo…tenho todo o tempo do mundo e tem mais: agora sou eu que mando por aqui e tu vai fazer o que eu mandar, ta me ouvindo? Vai ser minha putinha sim!

Ele meteu a mão na minha bunda…pedi para ele parar…ele então disse:

– Faz assim então, chupa minha rola e eu vou embora e não como teu cuzinho, beleza? Mas sem gracinha, senão estouro tua cabeça!

Tive que aceitar…era isso ou ser enrabado pelo mulato…Me ajoelhei na frente dele e ele abriu a calça e colocou a rola para fora…era grande e grossa e pensei que havia afinal feito um bom negocio dentro do possível, pois aquela rola ia me arrombar se ele resolvesse me comer! Segurei a pica dele e punhetei devagar…nunca tinha feito um boquete, mas sabia como fazer…comecei a lamber devagar…fui até as bolas e as chupei…senti um calor no estomago e fiquei excitado…me deixei envolver e mamei a rola dele com vontade…

– Isso putinha…chupa gostoso!

Eu mamava com vontade e achei que logo ia receber um jato de leitinho na boca, mas ele me fez parar e memmandou ficar no chão de joelhos…ele olhou para meu guarda-roupas e disse:

– Tem grana lá dentro?

-Não, claro que não…só minhas roupas – respondi.

-To precisando mesmo de uns panos novos…vou olhar…fica ai de joelhos…

Ele começou a fuçar nas gavetas e tirou de dentro uma calcinha rosa…

– Que tanguinha é essa? É tua? – Ele perguntou rindo maliciosamente.

– Não… – E realmente não era…era de uma garota que eu havia transado e que me deixou de lembrança…era uma tanguinha rosa bem sensual…

O ladrão olhou para a tanguinha e então jogou ela para mim e disse:

– Veste…quero ver como fica em você…

Vesti e a tanguinha ficou bem cavada na minha bunda. Ele se aproximou e passou a mão na minha bunda…me senti uma putinha e tive tesão…ele tirou a camisa e a calça e mandou eu ajoelhar e voltar a mamar…logo, lá estava eu de calcinha e mamando a rola dele. Ele gemia…então ele me pegou pelo braço e me jogou na cama e disse:

– Não aguento mais, vou comer teu cu…vc ta uma delicia nessa tanguinha…vai ser minha putinha essa noite…tentei protestar dizendo:

– Mas vc prometeu que não ia me estuprar!

– Tu vai gostar, eu garanto! Agora cala a boca!

Ele veio pra cima de mim e chupou meu pescoço e me beijou…ficou no meio das minhas pernas e senti a rola dele forçando minha bunda…ele então me virou de bruços e começou a tirar a tanguinha com a boca…eu já estava aceitando a situação…estava dominado…estava querendo aquilo…senti a lingua dele no meu cuzinho…sem ele mandar, fiquei de quatro e me entreguei…Ele foi enfiando aquele mastro dentro do meu rabinho…eu gemia e rebolava…ele meteu com força e empinei a bunda, sentindo o pau dele todinho dentro de mim…ele metia sem dó…fui deitando e ele por cima, metendo sem cansar…teve um momento que ele tirou o pau para se ajeitar e eu me virei e puxei ele pra mim…abri as pernas e as apoiei em seus ombros e fizemos um papai-mamãe…ele metia no meu cuzinho e podia me olhar nos olhos…depois voltei a ficar de 4 e ele gozou…enquanto ele gemia, seu leitinho inundava meu rabinho…ele ficou deitado do meu lado, recuperando o folego…estávamos suados…tomamos banho e voltamos para a cama…ele queria mais…

– Tu dá gostoso! – Ele disse – Quero te foder mais um pouco…vou passar a noite fodendo esse cu apertado!

Mamei a rola dele novamente e depois ele voltou a me enrabar…sentei no pau dele…dei de 4 e terminamos no papai-mamãe com ele gozando gostoso! Me senti uma putinha de verdade…Era 5 da manhã quando ele foi embora…não levou todo o meu dinheiro e disse que voltaria um dia para me comer gostoso de novo…estou na espera…
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